04 novembro 2010

Quando a Religião ofende a liberdade individual das Mulheres.

Fonte: Rádio Vaticano
Um tribunal religioso da Arábia Saudita emitiu, nos dias passados, um decreto que proíbe que as mulheres trabalhem como caixas em lojas, apesar de o Governo tentar estimular a contratação das sauditas. “Não é permitido que mulheres trabalhem em lugares onde possam encontrar homens” – dispõe a fatwa (decreto religioso), emitida pelo Comitê do Ifta, dependente do Alto Comitê dos Ulemás. “As mulheres devem procurar empregos onde não se possam sentir atraídas por homens nem atraí-los” – sublinha o texto da fatwa.
Uma rede de supermercados começou, em agosto passado, com o consentimento das autoridades, a empregar mulheres como caixas, pela primeira vez na Arábia Saudita, país onde a segregação dos sexos se impõe de forma rigorosa. Os hipermercados Panda recrutaram 16 funcionárias sauditas, num de seus centros em Jeddah, oeste do país, às margens do Mar Vermelho.
Para respeitar a política que proíbe a mistura de gêneros, as funcionárias foram colocadas em caixas reservados para mulheres e famílias. Os estabelecimentos comerciais da Arábia Saudita dispõem de uma área reservada para mulheres e famílias e outra para homens sozinhos.
A Arábia Saudita – reino ultraconservador – impõe uma estrita separação de gêneros e proíbe que as mulheres viajem sozinhas ou tenham acesso a serviços médicos sem a presença ou autorização de um membro masculino da família. São também impedidas de dirigir carros.

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