04 setembro 2009

PADRE EVALDO ESTÁ ANIVERSARIANDO (HOMENAGENS)

Parabéns Pe.Evaldo
Feliz Aniversário!!!

Nós Gostaríamos de escrever uma mensagem bem legal, mas bem legal mesmo!

Diferente de tudo que existe.

Uma mensagem que expressasse o Amor que o Grupo Renascer tem por Vc, nosso querido Presbítero da Igreja de Camocim

Que ao lê-la seu coração pulsasse mais rápido, teus olhos brilhassem mais e seus lábios pudessem sorrir, comovidos.

Uma mensagem simples, mas espontânea, que te deixasse um pouco mais feliz e realizado!

Queria encher o seu "e-mail" de estrelas, de sorrisos, ao nível do teu merecimento.

Queria pôr dentro do seu "e-mail" todos os corações que te amam incondicionalmente.

É muita pretensão, mas nós queríamos isto tudo, porque gostamos muito de você.

Que esta felicidade que te desejamos hoje te acompanhe sempre, para todo o sempre.

Que bom que você existe.

E como é maravilhoso sermos seu amigo, e ter um sacerdote que sempre nos ensina a buscar a Cristo .

Queremos que Deus subscreva, Sorrindo,
tudo o que acabamos de escrever...!

Que a Paz de Deus sempre te ilumine.

Feliz aniversário, Nosso querido Pe. Evaldo!

São os votos de todos do Grupo Renascer que te Ama!!!pode contar conosco na divulgação do Evangelho de Cristo!!!!
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Postado por Grupo Renascer -RCC Camocim às Sexta-feira, Setembro 04, 2009 0 comentários
Mensagem da RCC ao Padre Evaldo (Pároco de Camocim), por ocasião de seu aniversário natalício.

Padre Evaldo...



Nesta data tão importante de sua vida, queremos prestar-lhe a nossa sincera homenagem pela grande pessoa que você é. Sabemos que nem sempre as palavras conseguem ser tão transparentes a ponto de expressar as qualidades de alguém. Mas, tentamos aqui expressar pelo menos um pouco do muito que o Senhor representa em nossas vidas.


Acreditamos que o Senhor veio para o nosso convívio com a permissão de Deus, pois sua presença em nosso meio é contagiante, caracterizando a fé e a força que existem dentro do seu coração. Dizemos isso por esse seu jeito empolgante de animar as celebrações; de usar uma linguagem popular em suas homilias; de levar as pessoas a terem uma experiência com Deus; de transmitir o seu amor pela nossa igreja; de ser determinado e de exercer sua liderança com autonomia. Tudo isso faz com que o Senhor seja essa pessoa especial para todos nós.


É por isso e muito mais que aproveitamos esse momento celebrativo para parabenizá-lo e agradecê-lo por tudo que és, e tens feito pelo povo de Camocim. Rogamos a Deus, que venha renovar seu ministério sacerdotal, para cada vez mais anunciar o Seu Reino, com um novo ardor missionário; E que o Espírito Santo continue lhe dando muita saúde, força, unção e sabedoria para exercer a missão que lhe foi confiada como pároco desta cidade, levando sempre a mensagem de amor, que é o próprio Deus, a todas as pessoas que passam pela sua vida, levando-as a crescer espiritualmente.


Que Nossa Senhora lhe dê uma benção toda especial neste dia, assim como o Senhor pede nas celebrações no dia 13 de cada mês, derramando sobre o Senhor, suas bênçãos e graças do Céu.



Parabéns!!! Feliz Aniversário, em nome de todos que fazem a R.C.C de Camocim.
Camocim, 03/09/09.


Autoria: Raimunda Ferreira Lima Rocha (Coordenadora do Grupo de Oração Novo Caminho; Ministra Extraordinária da Eucaristia).
Extraido do Blog: rcccamocim.blogspot.com

03 setembro 2009

SEM A IGREJA CATÓLICA NÃO TERIA A BÍBLIA

Se não fosse a Igreja Católica, não existiria a Bíblia como a temos hoje, com os 72 livros canônicos, isto é, inspirados pelo Espírito Santo.


“Foi a Tradição apostólica que fez a Igreja discernir que escritos deviam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados”(DV 8; CIC,120).

Portanto, sem a Tradição da Igreja não teríamos a Bíblia. Santo Agostinho dizia: “Eu não acreditaria no Evangelho, se a isso não me levasse a autoridade da Igreja Católica”(CIC,119).


Por que a Bíblia católica é diferente da protestante? Esta tem apenas 66 livros porque Lutero e, principalmente os seus seguidores, rejeitaram os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Baruc, Eclesiástico (ou Sirácida), 1 e 2 Macabeus, além de Ester 10,4-16; Daniel 3,24-20; 13-14.





No ano 100 o Sínodo de Jâmnia (ou Jabnes):

(1) deveria ter sido escrito na Terra Santa;

(2) escrito somente em hebraico, nem aramaico e nem grego;

(3) escrito antes de Esdras (455-428 a.C.);

(4) sem contradição com a Torá ou lei de Moisés.



Versão dos Setenta: Alexandria - 200 anos antes de Cristo, incluiu os livros que os judeus de Jâmnia, por critérios nacionalistas, rejeitaram.

Havia então no início do Cristianismo duas Bíblias judaicas: uma da Palestina (restrita) e a Alexandrina (completa – Versão dos LXX).



Os Apóstolos e Evangelistas optaram pela Bíblia completa dos Setenta (Alexandrina), considerando canônicos os livros rejeitados em Jâmnia.



Das 350 citações do Antigo Testamento que há no Novo, 300 são tiradas da Versão dos Setenta, o que mostra o uso da Bíblia completa pelos apóstolos.



Verificamos também que nos livros do Novo Testamento há citações dos livros que os judeus nacionalistas da Palestina rejeitaram. Por exemplo: Rom 1,12-32 se refere a Sb 13,1-9; Rom 13,1 a Sb 6,3; Mt 27,43 a Sb 2, 13.18; Tg 1,19 a Eclo 5,11; Mt 11,29s a Eclo 51,23-30; Hb 11,34 a 2 Mac 6,18; 7,42; Ap 8,2 a Tb 12,15.



Nos mais antigos escritos dos santos Padres da Igreja (patrística) os livros rejeitados pelos protestantes (deutero-canônicos) são citados como Sagrada Escritura.

São Clemente de Roma, Papa, no ano de 95 escreveu a Carta aos Coríntios, citando Judite, Sabedoria, fragmentos de Daniel, Tobias e Eclesiástico; livros rejeitados pelos protestantes.



Pastor de Hermas, no ano 140, faz amplo uso de Eclesiástico, e do 2 Macabeus;



Santo Hipólito (†234), comenta o Livro de Daniel com os fragmentos deuterocanônicos rejeitados pelos protestantes, e cita como Sagrada Escritura Sabedoria, Baruc, Tobias, 1 e 2 Macabeus.



Vários Concílios confirmaram isto: os Concílios regionais de Hipona (ano 393); Cartago II (397), Cartago IV (419), Trulos (692). Principalmente os Concílios ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870).



Lutero, ao traduzir a Bíblia para o alemão, traduziu também os sete livros (deuterocanônicos) na sua edição de 1534, e as Sociedades Biblícas protestantes, até o século XIX incluíam os sete livros nas edições da Bíblia.



“Pela Tradição torna-se conhecido à Igreja o Cânon completo dos livros sagrados e as próprias Sagradas Escrituras são nelas cada vez mais profundamente compreendidas e se fazem sem cessar, atuantes.” (DV,8).



A Bíblia não define o seu catálogo; isto é, não há um livro da Bíblia que diga qual é o índice dela. Assim, este só pode ter sido feito pela Tradição dos apóstolos, pela tradição oral que de geração em geração chegou até nós.



A Vulgata - O Papa São Dâmaso (366-384), no século IV, pediu a S.Jerônimo que fizesse uma revisão das muitas traduções latinas que havia da Bíblia. São Jerônimo revisou o texto grego do Novo Testamento e traduziu do hebraico o Antigo Testamento, dando origem ao texto latino chamado de Vulgata, usado até hoje

(A Igreja Católica e a Bíblia
Arquivado em: Biblia — Prof. Felipe Aquino at 11:33 pm on quarta-feira, setembro 2, 2009)

POR QUE A BÍBLIA CATÓLICA TEM MAIS LIVROS DO QUE A PROTESTANTE?

A Bíblia protestante tem apenas 66 livros porque Lutero e, principalmente os seus seguidores, rejeitaram os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Baruc, Eclesiástico (ou Sirácida), 1 e 2 Macabeus, além de Ester 10,4-16; Daniel 3,24-20; 13-14. A razão disso vem de longe.
No ano 100 da era cristã os rabinos judeus se reuniram no Sínodo de Jâmnia (ou Jabnes), no sul da Palestina, a fim de definirem a Bíblia Judaica(...) Isto porque nesta época começava a surgir o Novo Testamento com os Evangelhos e as cartas dos Apóstolos, que os Judeus não aceitaram. Nesse Sínodo os rabinos definiram como critérios para aceitar que um livro fizesse parte da Bíblia, o seguinte:

(1) deveria ter sido escrito na Terra Santa;

(2) escrito somente em hebraico, nem aramaico e nem grego;

(3) escrito antes de Esdras (455-428 a.C.);

(4) sem contradição com a Torá ou lei de Moisés.

Esses critérios eram nacionalistas, mais do que religiosos, fruto do retorno do exílio da Babilônia. Por esses critérios não foram aceitos na Bíblia judaica da Palestina os livros que hoje não constam na Bíblia protestante, citados antes.
Acontece que em Alexandria no Egito, cerca de 200 anos antes de Cristo, já havia uma forte colônia de judeus, vivendo em terra estrangeira e falando o grego. Os judeus de Alexandria, através de 70 sábios judeus, traduziram os livros sagrados hebraicos para o grego, entre os anos 250 e 100 a.C, antes do Sínodo de Jâmnia (100 d.C). Surgiu assim a versão grega chamada Alexandrina ou dos Setenta. E essa versão dos Setenta, incluiu os livros que os judeus de Jâmnia, por critérios nacionalistas, rejeitaram.
Havia então no início do Cristianismo duas Bíblias judaicas: uma da Palestina (restrita) e a Alexandrina (completa – Versão dos LXX). Os Apóstolos e Evangelistas optaram pela Bíblia completa dos Setenta (Alexandrina), considerando canônicos os livros rejeitados em Jâmnia. Ao escreverem o Novo Testamento usaram o Antigo Testamento, na forma da tradução grega de Alexandria, mesmo quando esta era diferente do texto hebraico.
O texto grego “dos Setenta” tornou-se comum entre os cristãos; e portanto, o cânon completo, incluindo os sete livros e os fragmentos de Ester e Daniel, passou para o uso dos cristãos.
Das 350 citações do Antigo Testamento que há no Novo, 300 são tiradas da Versão dos Setenta, o que mostra o uso da Bíblia completa pelos apóstolos. Verificamos também que nos livros do Novo Testamento há citações dos livros que os judeus nacionalistas da Palestina rejeitaram. Por exemplo: Rom 1, 12-32 se refere a Sb 13, 1-9; Rom 13, 1 a Sb 6, 3; Mt 27, 43 a Sb 2, 13.18; Tg 1, 19 a Eclo 5, 11; Mt 11, 29s a Eclo 51, 23-30; Hb 11, 34 a 2 Mac 6, 18; 7, 42; Ap 8, 2 a Tb 12, 15.
Nos séculos II a IV houve dúvidas na Igreja sobre os sete livros por causa da dificuldade do diálogo com os judeus. Finalmente a Igreja, ficou com a Bíblia completa da Versão dos Setenta, incluindo os sete livros.
Por outro lado, é importante saber também que muitos outros livros que todos os cristãos têm como canônicos, não são citados nem mesmo implicitamente no Novo Testamento. Por exemplo: Eclesiastes, Ester, Cântico dos Cânticos, Esdras, Neemias, Abdias, Naum, Rute.
Outro fato importantíssimo é que nos mais antigos escritos dos santos Padres da Igreja (Patrística) os livros rejeitados pelos protestantes (deuterocanônicos) são citados como Sagrada Escritura. Assim, São Clemente de Roma, o quarto Papa da Igreja, no ano de 95 escreveu a Carta aos Coríntios, citando Judite, Sabedoria, fragmentos de Daniel, Tobias e Eclesiástico; livros rejeitados pelos protestantes.
Ora, será que o Papa S. Clemente se enganou, e com ele a Igreja? É claro que não. Da mesma forma, o conhecido Pastor de Hermas, no ano 140, faz amplo uso de Eclesiástico, e do 2 Macabeus; Santo Hipólito (†234), comenta o Livro de Daniel com os fragmentos deuterocanônicos rejeitados pelos protestantes, e cita como Sagrada Escritura Sabedoria, Baruc, Tobias, 1 e 2 Macabeus.
Fica assim, muito claro, que a Sagrada Tradição da Igreja e o Sagrado Magistério sempre confirmaram os livros deuterocanônicos como inspirados pelo Espírito Santo.
Vários Concílios confirmaram isto: os Concílios regionais de Hipona (ano 393); Cartago II (397), Cartago IV (419), Trulos (692). Principalmente os Concílios ecumênicos de Florença (1442), Trento (1546) e Vaticano I (1870) confirmaram a escolha.
No século XVI, Martinho Lutero (1483-1546) para contestar a Igreja, e para facilitar a defesa das suas teses, adotou o cânon da Palestina e deixou de lado os sete livros conhecidos, com os fragmentos de Esdras e Daniel.
Sabemos que é o Espírito Santo quem guia a Igreja e fez com que na hesitação dos séculos II a IV a Igreja optasse pela Bíblia completa, a versão dos Setenta de Alexandria, o que vale até hoje para nós católicos.
Lutero, ao traduzir a Bíblia para o alemão, traduziu também os sete livros (deuterocanônicos) na sua edição de 1534, e as Sociedades Biblícas protestantes, até o século XIX incluíam os sete livros nas edições da Bíblia.
Neste fato fundamental para a vida da Igreja (a Bíblia completa) vemos a importância da Tradição da Igreja, que nos legou a Bíblia como a temos hoje. Disse o último Concílio: “Pela Tradição torna-se conhecido à Igreja o Cânon completo dos livros sagrados e as próprias Sagradas Escrituras são nelas cada vez mais profundamente compreendidas e se fazem sem cessar, atuantes. Assim o Deus que outrora falou, mantém um permanente diálogo com a Esposa de seu dileto Filho, e o Espírito Santo, pelo qual a voz viva do Evangelho ressoa na Igreja e através da Igreja no mundo, leva os fiéis à verdade toda e faz habitar neles copiosamente a Palavra de Cristo” (DV,8).
Por fim, é preciso compreender que a Bíblia não define, ela mesma, o seu catálogo; isto é, não há um livro da Bíblia que diga qual é o Índice dela. Assim, este só pôde ter sido feito pela Tradição Apostólica oral que de geração em geração chegou até nós.
Se negarmos o valor indispensável da Tradição, negaremos a autenticidade da própria Bíblia.


FONTE:
http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2007/10/05/por-que-a-biblia-catolica-e-diferente-da-protestante/

02 setembro 2009

Interpretando a Bíblia - Pe. Fábio de Melo

BÍBLIA I : INTRODUÇÃO GERAL

BÍBLIA - Noções Gerais
“Vossa Palavra é um facho que ilumina meus passos, uma luz em meu caminho” (Sl 118, 105).



A Bíblia é a coleção de livros, considerados pela Igreja como escritos sob a inspiração do Espírito Santo, que contém a Palavra de Deus. A palavra “bíblia” vem do grego e significava originariamente “os livros”. Em latim, esse termo transformou-se num singular e passou a designar exclusivamente a coleção dos textos que formam a Sagrada Escritura.

A Bíblia completa contém 73 livros. Os títulos desses livros lembram, por vezes, o nome de seus autores; outras vezes, lembram o nome dos seus destinatários, ou ainda os assuntos que neles são tratados. Deus é seu autor principal, que se serviu de homens diversos, de diversos tempos para escrever os livros sagrados. Na redação, Deus escolheu homens, dos quais se serviu fazendo-os usar suas próprias faculdades e capacidades, a fim de que, agindo Ele próprio neles, e por meio deles, escrevessem, como verdadeiros autores, tudo e só aquilo que Ele próprio queria. Esses homens viveram lugares e em ambientes muito diversos. Tudo o que os autores inspirados (hagiógrafos) afirmam, deve ser tido como afirmado pelo Espírito Santo. Como todos eles escrevem sob a inspiração divina, é Deus mesmo quem deve ser tido como o autor primário de toda a Bíblia.

Divide-se a Bíblia em duas grandes partes, chamadas Antigo Testamento e Novo Testamento. O termo “testamento” substitui um antigo termo grego que significa “pacto” ou “aliança”. Com efeito, toda a Bíblia trata da aliança feita por Deus com os homens.
As narrações bíblicas foram primeiramente vividas, oralmente transmitidas e posteriormente escritas. Foi por volta do ano 960 aC, no reinado de Salomão, que as antigas tradições orais do povo hebreu começaram a ser escritas, tais como a história dos patriarcas, do êxodo e das conquistas.

O Antigo Testamento originou-se no seio da comunidade, que foram ajuntando os textos no decorrer de sua história. Dividiram-no em três partes:
01. A Lei (Torah) – designa genericamente o conjunto dos escritos sagrados do Judaísmo e, mais particularmente, os cinco primeiros volumes da Bíblia: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio;
02. Os Profetas – os judeus abrangiam com esse título não somente os livros que hoje são denominados “Proféticos”, mas também a maioria dos escritos que hoje chamamos de Livros Históricos;
03. Os Escritos – os judeus designavam por esse nome os seguintes livros: Salmos, Provérbios, Jó, Cântico dos Cânticos, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Ester, Daniel, Esdras, Neemias e Crônicas.

Essa coleção já estava terminada no segundo século antes da nossa era. Nessa mesma época, uma colônia judaica vivia no Egito, onde se falava muito a língua grega. A Bíblia foi então traduzida para o grego, sendo acrescentados alguns escritos recentes, sem que os judeus de Jerusalém os reconhecessem como inspirados. São os seguintes: Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Baruc e alguns suplementos dos livros de Daniel e de Ester. A Igreja Católica admitiu-os como inspirados da mesma forma que os outros livros. No tempo da reforma (Século XVI d. C.), os protestantes decidiram não admiti-los nas suas bíblias, pelo fato de não fazerem parte da Bíblia hebraica primitiva.

A Bíblia Católica aceita 46 livros no Antigo Testamento e os divide do seguinte modo:
01. Pentatêuco (a Lei) – engloba os cinco primeiros volumes: Gênesis, Êxodo, Números, Levítico e Deuteronômio;
02. Livros Históricos – Josué, Juízes, Rute, I e II Samuel, I e II Reis, I e II Crônicas, Esdras, Neemias, Tobias, Judite, Ester, I e II Macabeus;
03. Livros Sapienciais – Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiástico, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiastes.
04. Livros Proféticos – Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.

Os cristãos veneram o Antigo Testamento como verdadeira Palavra de Deus. A Igreja sempre rebateu a idéia de rejeitar o Antigo Testamento sob o pretexto de que o Novo o teria feito caducar. As obras contidas na Antiga Aliança são vistas pela Igreja como prefigurações daquilo que Deus realizou na plenitude dos tempos, na pessoa de Seu Filho encarnado. Por isso, os cristãos lêem o Antigo Testamento à luz de Cristo morto e ressuscitado. O Antigo Testamento prepara o Novo, ao passo que este cumpre o Antigo; os dois se iluminam reciprocamente; os dois são verdadeira Palavra de Deus.

A coleção dos livros do Novo Testamento começou a formar-se na segunda metade do primeiro século da era cristã. Seus 27 livros estão assim distribuídos:
01. Cinco Livros Históricos – os Evangelhos Sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), o Evangelho segundo São João e o livro dos Atos dos Apóstolos;
02. Vinte e uma cartas (ou epístolas) – são atribuídas a São Paulo: a carta aos Romanos, a 1ª e a 2ª carta aos Coríntios, a carta aos Gálatas, a carta aos Efésios, a carta aos Filipenses, a carta aos Colossenses, a 1ª e a 2ª aos Tessalonicenses, a 1ª e a 2ª a Timóteo, a carta a Tito e a carta a Filemom; as outras cartas são as seguintes: Carta aos Hebreus, a Carta de São Tiago, a 1ª e a 2ª de Pedro, a 1ª, a 2ª e 3ª de São João e a Carta de São Judas.
03. Um Livro Profético - o Apocalipse.

As cartas aos Tessalonicenses compõem o primeiro escrito do Novo Testamento, datadas pelo ano 51 d. C. O primeiro evangelho escrito foi o de Marcos, entre os anos 67 e 70, em Roma. O conteúdo do Novo Testamento encontrou-se completo por volta do ano 110 d. C..

Para facilitar a localização, os livros foram divididos em capítulos, e estes, em versículos. As freqüentes citações de textos bíblicos são apresentadas das seguintes maneiras: título do livro (geralmente abreviado), seguido do capítulo e do versículo.Mesmo dividida em versículos, capítulos e livros, a Bíblia forma um todo. Mesmo dividida em duas partes, ela nos apresenta a Palavra de Deus que sempre foi venerada pela Igreja como o é o próprio Corpo do Senhor.

Autoria: Grupo de Formadores da RCC Camocim.

29 agosto 2009

TESTEMUNHO: DE PROSTITUTA A SERVA AMADA POR DEUS!

O pecado me levou ao submundo, mas o Senhor me resgatou através da TV Canção Nova

veja no site: http://clube.cancaonova.com/materia.php?id=11137

O Sistema Canção Nova de Comunicação agradece a cada sócio evangelizador que assume essa obra promovendo o bem e o resgate de muitas almas para Deus, assim como a de Maria Elena, de Barra Mansa no Rio de Janeiro, que depois de anos envolvida no submundo das drogas e da prostituição foi liberta por Jesus Cristo, por intermédio do Evangelho anunciado pela TV Canção Nova.



Barra Mansa, 15 de setembro de 2007



Querida amiga Luzia Santiago,



Gosto muito de você, por isso, resolvi escrever. Gostaria muito que, nos programas, você falasse do meu testemunho para que o mundo saiba da mudança que Deus fez na minha vida através da Canção Nova, pois foi através dela que eu conheci o verdadeiro amor do Pai.



Luzia, eu me tornei mãe solteira ao dezessete anos, tive uma filha e dois anos depois me casei e tive outros dois filhos. Seis anos depois nos separamos e eu voltei a morar com os meus pais em Barra Mansa (RJ).



Comecei a trabalhar para o sustento dos meus filhos em um motel, e aos 25 anos tudo, para mim, era novidade. Saía à noite para conhecer pessoas diferentes e nas baladas fiz outros amigos, que roubavam; e era eu quem carregava as armas para eles; era a única mulher do bando.



Meu patrão, ao saber das minhas más companhias, me despediu do motel onde eu trabalhava. Sem dinheiro e com três filhos para sustentar, desesperada, procurei uma amiga que me levou para trabalhar em uma casa de prostituição. Nesse momento começaram os meus maiores sofrimentos.



Nos primeiros dias eu chorava muito, era uma vida de dor, eu sabia que estava fazendo muitas pessoas sofrerem, mas o tempo foi passando e quanto mais eu ganhava dinheiro, mais ficava iludida. Eu me prostituía e bebia muito, chegava a tomar 25 doses de conhaque em uma só noite, sem contar as garrafas de cerveja. Comecei a namorar o filho da dona da boate, que também bebia muito, e quando chegava bêbado me batia, me humilhava e eu não tinha forças para ir embora daquele lugar.



Alguns anos depois a mãe do José morreu e ele me convidou para morar com ele e cuidar da boate, e os problemas estavam só começando. Com a tia dele, eu cuidava da boate, onde, nesse tempo, rolava muita droga, até que a polícia mandou fechar. Então eu a passei a vender com a tia dele 300 pedras de crack por noite; com o dinheiro eu abri uma outra casa de prostituição, onde havia só brigas e pancadarias. Com o tempo, as mulheres que trabalhavam na casa usavam muita droga e queriam me matar. Por isso, larguei tudo e fui para outro bairro e abri um bar para poder sobreviver. O dinheiro era muito pouco, uma diferença muito grande, e com isso eu fui ficando muito triste; como eu ainda não tinha conhecido o caminho de Deus, eu achava que o dinheiro era tudo.



Então, eu comecei a me lembrar de Jesus e comecei a assistir a TV Canção Nova. Um dia, minha filha me ligou para saber notícias minhas e eu falei que já tinha perdido a fé em Deus. A partir desse dia, minha família, que é muito católica e muito unida, começou a orar por mim e fez uma aliança com Deus pela minha conversão.

Eu conto tudo isso em lágrimas, porque só Deus sabe o que eu passei durantes esses nove anos de humilhação, medo, terror, lágrimas de desespero. Até que chegou o dia da grande decisão: eu larguei tudo e voltei para Barra Mansa e não sei onde consegui tanta força, ou melhor, eu sei: foi Deus, só Deus.



Foi muito difícil enfrentar a sociedade, os vizinhos me olhavam com desconfiança, acho que nem mesmo a minha própria família confiava em mim.



Luzia, quando fez um mês que eu estava morando com minha família, aquela mulher com quem eu vendia drogas foi presa. Veja o livramento, Deus me livrou de muitas outras situações ainda maiores.



Com o tempo, eu comecei a ir nos grupo de oração, até que um dia me convidaram para ir à Canção Nova. Só que eu achei que, chegando aí, tudo iria mudar no mesmo instante e que iria voltar para casa e encontrar tudo diferente. Hoje, eu sei que é um processo de cura e libertação e ainda hoje passo por este processo de cura e conversão, mas a minha vida tomou novos rumos, mas com muita oração e batismo no Espírito Santo.



Luzia, hoje, para a glória de Deus, eu trabalho com crianças em um grupo de oração, mas ainda tenho muito que aprender. Hoje eu sou muito feliz graças a Deus e em dezembro de 2006 eu me casei depois de, junto com meu marido, termos feito a primeira comunhão e crisma.



Luzia, eu tenho certeza de que Deus tem muito planos para a minha vida. Ore pela nossa comunidade de São Luís Gonzaga , nós estamos formando um grupo de oração da Renovação Carismática Católica, mas não está sendo fácil.



Luzia, eu me associei à Canção Nova no dia do seu aniversário. Eu amo a todos da Canção Nova: monsenhor Jonas, Márcio, padre José Augusto, Dunga, Eliana e especialmente você, Luzia.

Maria Elena
Barra Mansa (RJ)

24 agosto 2009

FUI PROTESTANTE. AGORA SOU CATÓLICO: IR. THEMIS!

Testemmunho retirada da Revista "Shalom Maná", nº 74, págs. 16 e 17

IR. THEMIS

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veja em vídeo uma prévia do que ela mesma testemunhou na Canção Nova:



Desde criança fui membro da igreja Presbiteriana e era muito feliz. Trabalhava como superintendente em uma escola dominical e tinha um único filho de meu casamento, que não foi bem sucedido. Meu esposo era doente mental e logo no primeiro ano de casamento precisou afastar-se. Aos quatorze anos, meu filho começou a ficar doente: tratava´se de uma anemia que não sarava, até que o médico descobriu que não era anemia o que ele tinha, mas uma leucemia que estava muito adiantada e que não tinha mais cura.

Nesse tempo eu tinha onze crianças carentes em casa e achava que isso já era uma obra bastante grande. Não imaginava que muitas outras coisas ainda aconteceriam. Então comecei o tratamento do meu filho com o Dr. Simbra Neli, um cientista muito importante no Brasil. O meu filho tinha tumores pelo corpo todo, inclusive no olho e no ouvido direito e não enxergava nem ouvia mais.

Quando chegamos perto da Páscoa ele disse: "Mãe, eu queria que você fosse ao colégio em que estudo ´ eu lecionava nesse colégio pela manhã; no fundo do quintal tem uma gruta e tem uma imagem que eu não sei de quem é, mas os meninos católicos acendem velas perto dessa imagem para passar de ano e a imagem está muito suja". Eu pintava pequenas peças de gesso durante a noite para dar conta do sustento das onze crianças e do tratamento dele. Então ele continuou: "Você pega aquela imagem e pinta para eu deixar de lembrança para o colégio".

Naquele momento eu senti emoções muito contraditórias, porque o meu filho estava morrendo e eu não podia negar-lhe nada, mas pintar uma imagem era realmente muito desagradável para mim, sendo protestante, de princípios muito bem plantados. Mas fui buscar a imagem.

Era uma imagem grande, tinha mais de 80 cm, tinha as mãos abertas e estava muito suja. Eu a peguei pela cabeça e pus embaixo do braço; a diretora disse: "Ah! Themis, você não pode levar a Nossa Senhora das Graças debaixo do braço!". Então fiquei sabendo que era uma imagem de Nossa Senhora das Graças. Para mim, pouca diferença fazia, eu queria mais que a imagem caísse e quebrasse. Cheguei em casa, pus a imagem em cima da mesa e comecei a limpá´la.

Meia-noite eu devia dar remédio para o meu filho. Ele tinha uma febre que subia muito e caía de repente. Então, de duas em duas horas eu tinha que lhe dar remédio, de dia e de noite. Quando o toquei percebi que estava queimando de febre. Ele olhou para a imagem em cima da mesa e disse: "Puxa, como essa imagem está linda!" E eu pensei que estivesse delirando por causa da febre, porque era um menino criado na igreja Presbiteriana, que nunca tinha entrado numa Igreja Católica. E continuou: "Vou fazer um voto para Nossa Senhora". Eu senti todo o meu ser se revoltar porque protestantes não fazem votos. Mas o fato é que meu filho fez o seguinte voto: "Pelo tempo em que viver, seja muito ou pouco, quero que a minha vida sirva a Deus e quero ter uma imagem igual a essa em casa para eu me lembrar disso". Ele voltou a dormir, porque quando tomava o remédio a febre baixava e ele dormia de novo. Foi então que entrei num grande conflito de fé, porque não poderia ser fiel à minha fé e deixar que meu filho fizesse um voto a Nossa Senhora, e muito menos ter uma imagem dela em casa, se eu era a primeira a fazer grandes palestras sobre a inutilidade de se olhar para Nossa Senhora.

Comecei então a caminhar pela casa, muito nervosa, até que chegou duas horas da manhã e fui dar o remédio para o meu filho; mas, quando pus a mão nele, de novo, tomei um susto: pensei que estava morrendo, porque a temperatura estava normal e tinham sumido todos os tumores do corpo, até o tumor do olho e do ouvido. Ele abriu os olhos, enxergou bem e disse: "Estou ouvindo, não sinto dor, estou curado". E sem dúvida nenhuma, lá no céu Nossa Senhora deve ter feito naquela noite por mim como fez nas bodas de Caná. Deve ter dito para Jesus: "Jesus, o vinho da vida dessa mulher ignorante acabou e ela não sabe pedir". E Jesus derramou o vinho da vida. Então eu peguei o meu filho, sem entender nada, e levei´o de volta para o médico. Ele fez todos os exames e ao final me chamou numa sala com os seus assessores e disse: "Você tem que me dizer que remédio deu para ele, porque esse menino estava morto quando saiu daqui". Eu disse: "Eu dei o seu remédio. A única coisa diferente foi que meu filho fez um voto a Nossa Senhora e quis que rezássemos uma Ave-Maria, mas eu não sei a Ave-Maria, por isso rezamos um Pai-Nosso". O médico deu uma grande risada e falou: "A reza não tem nada a ver com isso".

Logo depois fui à minha igreja. Eu tinha um cargo muito importante, eu deveria dar satisfações do meu cargo ao pastor e ao conselho da Igreja, então fui e disse: "Eu quero ficar na igreja Presbiteriana porque gosto muito daqui. Não quero sair, faço um bom trabalho, mas tenho um pedido: no domingo quero pegar o microfone e dizer para os nossos irmãos protestantes que Maria Santíssima quer e pode interceder por nós. Ela não só faz isso porque não pedimos ela. Ela é mãe dos católicos, é mãe dos evangélicos, é mãe dos espíritas, é mãe dos ateus. Maria Santíssima é a mãe de Jesus e Ele quis, na última hora da sua vida, dividir sua mãe com todos nós. Acontece que alguns filhos têm os corações mais duros e ingratos e passam por ela sem perceber. E isso fazemos nós os evangélicos. Mas eu quero dizer para eles no domingo que nós devemos voltar para nossa Mãe do Céu". Eles não concordaram que eu dissesse isso e me falaram: "Você vai para casa e fica lá dois ou três meses, lê a Bíblia novamente e depois a gente esquece tudo isso". Aceitei, porque de fato eu precisava de um tempo.

Fui, portanto, para casa, li a Bíblia de novo e, naquela mesma Bíblia onde eu já havia decorado grandes trechos, encontrei e entendi a Eucaristia. No Evangelho de São João Jesus dizia para mim: "O meu corpo é verdadeira comida, o meu sangue é verdadeira bebida, quem come da minha carne e bebe do meu sangue viverá para sempre. Eu fiquei muito mais apaixonada por Jesus. Foi então que fui correndo para a Igreja e disse aos meus irmãos do conselho: "Eu quero ficar na igreja Evangélica, não quero sair, mas agora em vez de um problema nós temos dois, porque eu quero ficar com Maria Santíssima e com a Eucaristia. Eu quero colocar um sacrário na nossa igreja e que nós aprendamos alguma coisa sobre o Cristo maravilhoso que é vida, que vem fazer parte do meu corpo, do meu sangue, da minha alma, da minha humanidade e vem me transformar em verdadeiro sacrário. Posso carregá-lo no meio dos outros homens". Evidentemente eles não aceitaram, porque se aceitassem converter-se-iam todos ao catolicismo.

Nós nos retiramos da igreja Presbiteriana, fomos batizados na Igreja Católica, fizemos a Primeira Comunhão, eu, meu filho e as onze crianças que moravam comigo. O colégio nos deu de presente aquela imagem que eu havia pintado. O meu filho esteve num seminário onde fez até o segundo ano de Teologia, mas depois, de acordo com o bispo, voltou para casa. Hoje é casado, tem três filhos e me ajuda na casa, dirigindo o carro, levando as crianças para todo lugar.

Atualmente temos um orfanato com trezentas crianças. A partir do momento em que eu consagrei a casa a Nossa Senhora, deixei-me levar de fato por Jesus e pedi ao bispo para colocar um sacrário dentro de casa, fazendo com que Jesus passasse a viver com a gente, aquelas onze crianças se transformaram em trezentas. Graças a Deus! Agora estamos aumentando o trabalho, estendendo o orfanato para um asilo de sessenta velhinhos desabrigados.

Cássio José: blog 100% Católico

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