20 julho 2015

CNBB: grandes eventos católicos devem gerar engajamento e missão


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Neste mês de julho, eventos voltados para a juventude marcam o calendário da Igreja no Brasil, reunindo milhares de jovens. São grandes estruturas e programações diversificadas que buscam atrair participantes e que têm em comum a proposta de evangelização. Segundo o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, Padre Antônio Ramos do Prado, conhecido como Padre Toninho, essas atividades “são importantes para motivação dos jovens a permanecerem na Igreja, porém, eclesialmente o evento isolado de um processo de evangelização não contribui para o engajamento dos jovens nas comunidades”.


O sacerdote considera que os jovens devem ter uma atuação na ação pastoral de sua Paróquia, pois assim, a participação nos grandes eventos passa a ter sentido celebrativo. Ele adverte ainda que há jovens que vivem de evento e evento e “isso não contribui para o amadurecimento da fé nem ajuda o sentido de pertença do jovem na sua comunidade de origem”.
Nesse sentido, Pe. Toninho destaca como algo positivo quando o jovem é engajado ou se converte nessas atividades e, a partir daí, passa a atuar na comunidade. “Assim, o evento poderá fazer crescer o número daqueles que querem seguir Cristo no trabalho com os pobres, presidiários, doentes, entre outros, da sua comunidade e depois tornar-se um grande missionário em outras fronteiras. Muitas Novas Comunidades, Movimentos, Congregações e Pastorais da Juventude já vivem essa experiência missionária dentro e fora do país”, assinala.

O Papa Francisco, muitas vezes, incentivou a juventude a ser ativa na vida da Igreja. Na viagem ao Paraguai, por exemplo, o Santo Padre exortou os jovens a fazerem bagunça e ajudarem a organizá-la. “Uma bagunça que brote por ter conhecido Jesus e saber que Deus, o qual conheci, é minha fortaleza”, disse durante encontro no domingo, 12.
Para Pe. Toninho, os grandes eventos, de certa forma, criam espaço para isso, permitindo que se mostre para a sociedade que a Igreja existe e está viva. Mas, ele explica que teologicamente, ao fazer essa exortação, o Santo Padre “está querendo dizer que os jovens precisam testemunhar verdadeiramente Jesus Cristo”.
Por isso, o assessor da juventude aponta algumas questões importantes para avaliar a participação dos jovens nos eventos na Igreja, tais como: “Concretamente, o que os jovens fazem após o evento de massa? Como se dá a sua vida de oração? Qual é a sua ação a partir das sete obras de misericórdia que o Papa Francisco recorda na sua Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia – Misericordiae Vultus?”.
Um grande evento na Igreja que tem como público alvo os jovens é a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). E, é em torno dela que se desenham alguns dos encontros que acontecem nos próximos dias em diferentes partes do Brasil.
A Arquidiocese do Rio de Janeiro, comemorará os dois anos da JMJ2013 com “Vigílias Missionárias”, marcadas para acontecer, simultaneamente, em todos os vicariatos, exceto o Leopoldina, entre os dias 25, às 22h, e 26, às 6h. Segundo o assessor espiritual do Setor Juventude, Padre Jorge Carreira, “o objetivo é promover no coração dos jovens o desejo de estarem juntos e serem Igreja, buscarem a santidade e também levarem o amor de Deus as outras pessoas”.
No Vicariato Leopoldina, acontecerá o “Joleo” (Jovens Orantes da Leopoldina), encontro organizado há 13 anos, para comemorar o Dia Nacional da Juventude. Neste ano, também fará memória à visita do Papa Francisco ao Brasil, pela JMJ, e refletirá o tema “Juventude em missão na caridade e na alegria de servir”.
Se por um lado as memórias da JMJ 2013 incentivam os jovens, por outro, as perspectivas para a Jornada de 2016, que acontecerá em Cracóvia, na Polônia, também têm sido motivadoras. Na Arquidiocese de Olinda e Recife (PE), no próximo sábado, 18, acontecerá a terceira edição do “Bote Fé”, em preparação para a JMJ da Cracóvia. O evento será realizado a partir das 16h, na Basílica do Sagrado Coração de Jesus, e a expectativa dos organizadores é de que compareçam mais de 5 mil jovens.
“Continuamos naquele espírito da Jornada Mundial da Juventude nos preparando para a próxima. É preciso manter esse espírito de animação e compromisso com a missão. O meu desejo é ver a juventude inserida para valer na evangelização. Jovens evangelizando jovens com a sua linguagem e maneira descontraída de ser”, ressaltou o Arcebispo, Dom Fernando Saburido.
Já na Arquidiocese de Salvador (BA), haverá a Jornada de Espiritualidade Jovem, no domingo, 19. O encontro acontecerá das 8h às 17h, no auditório Dom Geraldo Majella Agnelo, na Cúria Bom Pastor, e recordará o tema proposto para a jornada deste ano, “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus” (Mt 5,8).
A programação contará com a celebração de uma Santa Missa dedicada aos jovens, presidida pelo Bispo auxiliar Dom Gilson Andrade da Silva, além de momentos de louvor, animação e adoração ao Santíssimo Sacramento. Será organizada ainda uma mostra com stands que apresentarão os trabalhos realizados pelos movimentos e congregações arquidiocesanas.
Para Dom Gilson, “quando jovens se reúnem para um evento, envolvendo outros jovens, estamos diante de um fato que merece uma atenção particular, pois eles querem comunicar algo de si e também querem comunicar alguma coisa aos outros”.
As Novas Comunidades também buscam alcançar os jovens por meio de suas ações. Em Cachoeira Paulista (SP), teve início nesta quarta-feira, 15, e segue até domingo, 19, a 17ª edição do Acampamento PHN – Por Hoje Não!, da Canção Nova. São aguardadas 150 mil pessoas para os cinco dias deste que é considerado o maior acampamento católico para jovens.
Em Fortaleza (CE), o festival Hallelluya, promovido pela Comunidade Shalom, chega à sua 19ª edição, entre os dias 22 e 26 de julho, no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU). Conhecido como “a festa que nunca acaba”, possuirá sete espaços temáticos em uma área de 80 mil m² e deve receber de 200 a 300 mil pessoas por noite nos cinco dias.
No lançamento do Hallelluya 2015, em junho, o fundador da Comunidade Shalom, Moysés Azevedo, esteve presente e destacou a importância da audácia e da criatividade na evangelização dos jovens. “A parresia do Halleluya a cada ano se reinventa com linguagem própria à luz do Espírito Santo e é fruto de um povo que se une para evangelizar”, disse.

16 julho 2015

O que nos ensina o Canadá, 10 anos depois da legalização do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo?



Um alerta vinda do Canadá.
Nos é dito todos os dias que “permitir a casais do mesmo sexo o acesso a designação de casamento não irá retirar o direito de ninguém”. Isto é uma mentira.
Quando o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado no Canadá em 2005, a paternidade foi imediatamente redefinida. A Lei do Casamento Gay Canadense (Bill C-38) incluiu a determinação de apagar o termo “paternidade biológica” e a substituir por todo o país com o termo “paternidade legal” através de uma lei federal. Agora todas as crianças possuem apenas “pais legais”, como definido pelo Estado. Apagando através da força legal a paternidade biológica, o Estado ignora um dos direitos mais básicos das crianças: o direito imutável, inalienável e intrínseco de conhecerem e serem formados pelos seus pais biológicos.
Pais e mães trazem a seus filhos dons únicos e complementares. Muito ao contrário da lógica do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a identidade sexual dos pais importa muito para um desenvolvimento saudável das crianças. Sabemos, por exemplo, que a maioria dos homens encarcerados não tiveram a companhia de seus pais em casa. Pais pela sua própria natureza e identidade são seguros, estimulam disciplina e traçam limites, apontam direções claras ao mesmo tempo que sabem assumir riscos, se tornando assim um exemplo aos seus filhos para toda a vida. Mas pais não podem gerar crianças num útero, dar a luz e amamentar bebês em seus peitos. Mães criam seus filhos de uma maneira única e de uma forma tão benéfica que não podem ser replicados pelos seus pais.
Não é preciso um cientista espacial para sabermos que homem e mulher são anatomicamente, biologicamente, fisiologicamente, psicologicamente, hormonalmente e neurologicamente diferentes entre si.Essas características únicas proporcionam benefícios perenes para suas crianças e não podem ser replicados por “pais legais” do mesmo sexo, mesmo quando esses se esforcem para agir em diferentes papéis numa clara tentativa de substituir a identidade sexual masculina ou feminina faltante nesta casa.
Com efeito, o casamento entre pessoas do mesmo sexo não apenas priva crianças de usufruir seu direito a paternidade natural, mas dá ao Estado o poder de sobrepor a autonomia dos pais biológicos, o que significa que os direitos dos pais foram usurpados pelo governo.
Crianças não são produtos que podem ser retirados de seus pais naturais e negociados entre adultos desconexos. Crianças em lares com pais homossexuais irão frequentemente negar sua aflição e fingir que não sentem falta de dos seus pais biológicos, se sentindo pressionados a falar positivamente graças as políticas LGBTs. Contudo, quando uma criança perde um de seus pais biológicos devido a morte, divórcio, adoção ou a reprodução artificial, eles experimentam um vazio doloroso. Foi exatamente isso quando nosso pai homossexual trouxe seu parceiro do mesmo sexo para dentro de nossas vidas. Seus parceiros não poderão nunca substituir a ausência de um pai biológico.
No Canadá, é considerado discriminatório dizer que casamento é entre homem e mulher ou até que cada criança deveria conhecer e ser criado por seus pais biológicos unidos em casamento. Não é apenas politicamente incorreto, você também pode ser multado legalmente em dezenas de milhares de dólares e mesmo forçado a passar por “tratamentos de sensibilidade”.
Qualquer pessoa que se sentir ofendido por qualquer coisa que você tenha dito ou escrito pode fazer uma reclamação para a Comissão de Direitos Humanos ou mesmo nos Tribunais de Justiça. No Canadá, essas organizações fiscalizam o que é dito, penalizando cidadãos por qualquer expressão contrária a um comportamento sexual em particular ou a grupos protegidos identificados como de “orientação sexual”. Basta uma única queixa contra uma pessoa para que esta seja intimada diante de um tribunal, custando ao acusado dezenas de milhares de dólares em taxas legais pelo simples fato de ter sido acusado. Essas comissões possuem poder para entrar em residências privadas e a remover qualquer item pertinente as suas investigações em busca de evidências de “discurso de ódio”.
O acusador que faz a queixa tem todas as suas custas processuais pagos pelo governo. Mas não o acusado que faz a sua defesa. E mesmo que este prove sua inocência ele não pode ter reembolso das custas processuais. E se é condenado, também precisará pagar por danos à pessoa que fez a queixa.
Se as suas crenças, valores e opiniões políticas forem diferentes daquelas endossadas pelo Estado, você assume o risco de perder sua licença profissional, seu emprego e até mesmo seus filhos. Veja o caso do grupo Judeu-Ortodoxo Lev Tahor. Muitos dos seus membros, que estiveram envolvidos numa batalha sobre a custódia de crianças aos cuidados de serviços de proteção tiveram de deixar a cidade de Chatham, Ontario, para a Guatemala em março de 2014, como uma forma de escapar da perseguição jurídica contra suas crenças religiosas, que não estava de acordo com as políticas regionais sobre educação religiosa. Dos mais de 200 membros deste grupo religioso, restaram apenas 6 famílias na cidade de Chatham.
Pais podem esperar interferência estatal quando se trata de valores morais, paternidade e educação – e não apenas lá nas escolas. O Estado tem acesso a sua casa para supervisionar você como pai para julgar sua adequação educativa. E se o Estado não gostar do que você está ensinando aos seus filhos, o Estado irá fazer o necessário para remover seus filhos de sua casa.
Professores não podem fazer comentários em suas redes sociais, escrever cartas para editores, debater publicamente, ou mesmo votar de acordo com suas consciências mesmo fora do ambiente profissional. Eles podem ser “disciplinados”, sendo obrigados a participar de aulas de re-educação ou mesmo de treinamentos de sensibilidade, quando não acabam demitidos por seus pensamentos politicamente incorretos.
Quando o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi criado no Canadá, a linguagem de gênero-neutro se tornou legalmente obrigatório. Essa “novílingua” proclama que é discriminatório assumir que um ser humano possa ser masculino ou feminino, ou mesmo heterossexual. Então, para ser inclusivo, toda uma nova linguagem de gênero-neutro passou a ser usado pela mídia, pelo governo, em ambientes de trabalho, e especialmente em escolas, que querem evitar a todo custo serem recriminadas como ignorantes, homofóbicas ou discriminatórias. Um curriculum especial vem sendo usado em muitas escolas para ensinar os alunos como usar apropriadamente a linguagem do gênero-neutro. Sem o conhecimento de muitos pais, o uso de termos que descrevem marido e esposa, pai e mãe, dia dos Pais e das Mães, e mesmo “ele” e “ela” estão sendo radicalmente erradicados das escolas canadenses.
Organizadores de casamento, donos de salões de festas, proprietários de pousadas, floristas, fotógrafos e boleiros já viram suas liberdades civis e religiosas bem como seus direitos a objeção de consciência destruídas no Canadá. Mas isso não está reduzido apenas a indústria do casamento. Qualquer empresário que não tiver uma consciência em linha com as decisões do governo sobre orientação sexual e suas leis de não-discriminação de gênero, não terá permissão de influenciar suas práticas profissionais de acordo com suas próprias convicções. No final das contas, é o Estado quem basicamente dita o que e como os cidadãos podem se expressar.
A liberdade para pensar livremente a respeito do casamento entre homem e mulher, família e sexualidade é hoje restrita. A grande maioria das comunidades de fé se tornaram “politicamente corretas” a fim de evitar multas e cassações de seus status caritativos. A mídia canadense está restrita pela Comissão Canadense de Rádio, Televisão e Telecomunicações. Se a mídia publica qualquer coisa considerada discriminatória, suas licenças de transmissão podem ser revogadas, bem como serem multadas e sofrerem restrições de novas publicações no futuro.
Um exemplo de cerceamento e punição legal sobre opiniões discordantes a respeito da homossexualidade no Canadá envolve um caso chamado Case of Bill Whatcott, que foi preso por “discurso de ódio” em abril de 2014 após este distribuir panfletos com críticas ao comportamento homossexual. Independente se você concorda ou não com o que este homem disse, você deveria se horrorizar a este ato de sanção estatal. Livros, DVDs e outros materiais também podem ser confiscados nas fronteiras canadenses se tais conteúdos forem considerados “odiáveis”.
Os americanos precisam se preparar para o mesmo tipo de vigilância estatal se sua Suprema Corte decidir legislar e banir o casamento como uma instituição feita entre homem e mulher. Isso significa que não importa o que você acredite, o governo terá toda liberdade para regular suas opiniões, seus escritos, suas associações e mesmo se você poderá ou não expressar sua consciência. Os americanos precisam entender que a meta final para muitos ativistas do movimento LGBT envolve um poder centralizado estatal – e o fim das liberdades previstas na primeira emenda constitucional.
Dawn Stefanowicz é autora e palestrante internacional. Ela foi criada por pais homossexuais, e foi ouvida pela Suprema Corte Norte Americana. Ela é membro do Comitê Internacional de Direito Infantil. Seu livro, Out from Under: O impacto da paternidade homossexual, está disponível em http://www.dawnstefanowicz.org/
Fonte original do artigo:
Fonte: http://www.thepublicdiscourse.com/2015/04/14899/

Nova Zelândia: postar versículos bíblicos nas redes sociais poderá ser percebida como “crime”.


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A Nova Zelândia criminalizou o cyberbullying. A nova lei é abrangente e se aplica em mensagens de teor racista, sexista, homofóbico, que envolvam críticas a uma deficiência física ou a uma religião.

Quem for considerado culpado, pode pegar até dois anos de prisão. Se comprovadamente ocorrer um suicídio por conta de mensagens eletrônicas, a pena mínima passa a ser três anos.
Dependendo do tipo de ofensa, a vítima pode pedir reparação e então serão aplicadas multas que podem chegar a U$ 134.000 (aproximadamente R$400 mil).

O cyberbullying já era proibido no país, mas agora passou a ser considerado crime. Sempre será punido caso seja constatado que causaram “aflição emocional grave” à vítima.

A partir dos 14 anos, a pessoa já terá de responder pelas declarações nas redes sociais, comentários em sites ou pelo “vazamento” de fotos e vídeos.  Uma nova agência digital montada pelo governo terá como responsabilidade analisar as denúncias de casos de cyberbullying.

Foram assinados protocolos de cooperação com as principais redes sociais, como Facebook e Twitter, que irão disponibilizar o acesso às mensagens de eventual caráter criminoso desde que o mesmo seja feito dentro de um período de 48 horas. Até agora esse tinha sido o maior empecilho uma vez que a pessoa apagava a mensagem e com isso a prova “sumia”.

Analistas internacionais acreditam que esse tipo de controle deve ser adotado por outros países num futuro próximo.

Mesmo que a medida tenha recebida ampla aceitação popular, grupos cristãos alertam que os termos da lei são muito “amplos”, o que pode criminalizar o simples compartilhamento de um versículo.

Se um muçulmano se sentir ofendido com uma mensagem sobre somente Jesus levar ao céu ou um homossexual tiver os sentimentos feridos por alguém classificar sua opção como “pecado”, ou insinuar que ele terá punição divina, um processo já pode ser aberto.

Por enquanto o governo neozelandês não fez menção de alterar os termos da lei, o que poderá gerar uma série de problemas legais para quem manifesta a fé bíblica na internet.

Fontes
Prophecy News Watch e Berean Research

10 julho 2015

Os planos gayzistas de Michael Swift e os resultados atuais


É sempre bom relembrar o texto escrito por Ed Vitagliano, do AgapePress, trazendo as ameaças de Michael Swift, publicadas originalmente em 1987 no Gay Community News.

(AgapePress) — “Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas”. Isso foi o que Michael Swift, um “revolucionário gay”, declarou na edição de fevereiro de 1987 do boletim Gay Community News (Notícias da Comunidade Gay).
“Michael Swift” era um pseudônimo, e a primeira linha da agora infame e louca retórica homossexual — que foi até citada no Registro do Congresso dos EUA — afirmava que o artigo inteiro era uma “fantasia cruel” que explicava “como os oprimidos sonham desesperadamente em ser os opressores”.
O “sonho” era cheio de um cenário de pesadelo que parecia algo como um golpe de Estado fascista: “Todas as leis que proíbem a atividade homossexual serão revogadas… Faremos filmes sobre o amor entre homens heróicos… A unidade da família — o terreno de criação de mentiras, traições, mediocridade, hipocrisia e violência — será abolida… Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas”.
Quando o artigo acabou sendo exposto em publicações cristãs, os crentes ficaram horrorizados, e os ativistas homossexuais tentaram fazer pouco caso do conteúdo do artigo, afirmando que seu propósito era meramente satírico.
Não muitos cristãos, porém, viram o humor nos sentimentos de Swift, expressos nas seguintes declarações: “Sodomizaremos seus filhos… Nós os seduziremos em suas escolas, em seus dormitórios, em seus ginásios, em seus compartimentos, em suas quadras esportivas, em seus seminários, em seus grupos de jovens, nos banheiros de suas salas de cinema, em seus quartos do exército, em suas paradas de caminhões, em seus clubes masculinos, em suas casas do Congresso, onde quer que os homens estejam junto com homens”.

Quer ou não as palavras loucas desse “revolucionário gay” tivessem o propósito de satirizar, o que é de chamar a atenção é o sucesso extraordinário do plano apresentado no artigo. Quem é que pode duvidar de que os ativistas gays conseguiram fazer o sistema legal — principalmente depois da decisão Lawrence versus Texas (2003) do Supremo Tribunal dos EUA que invalidou as leis contra a sodomia — cair aos seus pés? Ou que Hollywood tenha voluntariamente se comprometido a usar seus recursos tremendos para lutar em favor da legitimação homossexual? Ou que a unidade da família virtualmente cessará de existir no sentido tradicional se o casamento gay e as adoções gays forem legalizadas em todos os lugares?

Embora afirmem querer só igual proteção diante da lei, os planos reais dos ativistas homossexuais são simples: a completa mudança da sociedade para se ajustar à opinião homossexual acerca da sexualidade humana, casamento e família.
Isso não é exagero. Paula Ettelbrick é ex-diretora legal do Fundo Lambda de Educação e Defesa Legal e hoje diretora executiva da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos. Ettelbrick declarou: “Ser homossexual é muito mais do que só manter a casa arrumada, dormir com uma pessoa do mesmo sexo e buscar aprovação governamental para ter esses direitos… Ser homossexual significa modificar os parâmetros do sexo, sexualidade e família e, no processo, transformar a própria estrutura da sociedade… Devemos manter os olhos na meta… de reordenar radicalmente o modo como a sociedade vê a realidade”.
Táticas de Guerra
Então, uma utopia homossexual aguarda esses ativistas, se tão somente eles conseguirem lidar com esses incômodos cristãos. Mas se a estratégia é remover o obstáculo que a Igreja representa, quais são as táticas que serão usadas para alcançar a vitória?
Essa pergunta foi respondida já em 1985, quando em seu artigo para a revista gay Christopher Street, Marshall Kirk e Hunter Madsen causaram sensação com seu plano de “persuadir os heterossexuais” a aceitar o homossexualismo. O artigo deles foi expandido num livro sobre o assunto, o bestseller número um nos EUA After the Ball: How America Will Conquer Its Fear and Hatred of Gays in the ’90s (Depois do Baile: Como os Estados Unidos Vencerão Seu Medo e Ódio dos Gays na Década de 1990).
Kirk e Madsen estabeleceram como centro de sua estratégia usar os meios de comunicação como ferramenta de propaganda para persuadir a maioria das pessoas de que é legal ser gay. Mas eles também trataram da questão do que fazer com a oposição endurecida — isto é, pelo menos em termos institucionais, aqueles que seguem a “autoridade religiosa” da Igreja. Os ativistas gays, dizem os autores, precisam adotar duas abordagens para neutralizar a ameaça de uma oposição liderada por cristãos enérgicos.
Primeiro, para “confundir” o que Kirk e Madsen chamaram de “homofobia dos crentes verdadeiros”, eles sugerem que os gays “enlameiem as águas morais”. Em parte, pode-se fazer isso “dando muita publicidade ao apoio das igrejas moderadas aos gays” e “expressando nossas próprias objeções teológicas acerca das interpretações conservadoras dos ensinos bíblicos”.
Essa estratégia foi aplicada com um sucesso tremendo nas principais denominações protestantes dos Estados Unidos, tais como a Igreja Episcopal, a Igreja Metodista Unida, a Igreja Evangélica Luterana e a Igreja Presbiteriana. Os ativistas homossexuais em cada uma dessas importantes denominações obscureceram tanto as questões acerca da posição bíblica sobre a homossexualidade a ponto de ameaçarem cada uma com divisão e ruína.
Para as igrejas que resistem ao chamado de sereia de abraçar o completo relativismo moral, Kirk e Madsen recomendaram uma segunda estratégia. Eles sugeriram que os gays “minem a autoridade moral de igrejas homofóbicas retratando-as como estagnadas e antiquadas, em descompasso com os tempos modernos…”
Portanto, nenhum cristão deveria ficar surpreso de se ver representado, em inúmeros programas de TV, como fanáticos que pensam que são mais justos do que todo mundo ou lunáticos encolerizados que simplesmente se recusam a aceitar o fato de que as coisas mudaram na sociedade.
Apesar disso, Kirk e Madsen sabiam que seria difícil acabar com a autoridade religiosa das denominações cristãs nos EUA. Por isso, as igrejas continuariam a agir a qualquer momento como poderoso impedimento para aceitação da agenda homossexual. Kirk e Madsen compreendiam, por exemplo, que não seria suficiente simplesmente ridicularizar os “pastores fundamentalistas que pregam bobagens com ódio histérico”.
Em vez disso, eles disseram: “Contra a poderosa influência da religião institucional devemos utilizar a força maior da ciência e da opinião pública (o escudo e a espada do maldito ‘humanismo secular’). Tal aliança profana funcionou muito bem contra as igrejas antes, em tais questões como divórcio e aborto”.
Assim, os cristãos envolvidos no campo da guerra cultural se acostumaram a defender a posição judaico-cristã acerca da sexualidade contra as declarações de que a ciência “provou” que o homossexualismo é genético. A mesma verdade se aplica às declarações de que todos os grupos profissionais médicos e de saúde mental dizem que ser gay ou lésbica é tão natural quanto ser canhoto. Tais declarações “científicas” sem dúvida têm desempenhado um papel muito importante na mudança da opinião pública acerca dessa questão.
Mas além dessas táticas, Kirk e Madsen disseram que há a necessidade de também se fazer planos para lidar com os “inimigos entrincheirados”, que poderiam persistir até em face das tramas de avanço inicial. Eles disseram: “Depois que os anúncios gays se tornarem comuns, virá a fase da campanha dos meios de comunicação em favor de direitos para os gays. Aí será o momento de ser duro com os inimigos que restarem. Para ser claro, eles deverão ser difamados”.
De novo, os cristãos espertos que estão prestando atenção ao que está acontecendo em nossa sociedade já podem ver isso ocorrendo. Nas escolas secundárias e nas universidades, por exemplo, crentes que ousam abrir a boca contra a agenda homossexual estão sendo ridicularizados e caluniados. Em empresas onde trabalham, alguns cristãos que se recusam a se submeter ao ambiente pró-homossexualismo reinante são repreendidos ou despedidos.
Não é preciso ter visão profética para entender que as igrejas não ficarão imunes à coerção também. Aliás, os ativistas gays e lésbicos na Marcha Nacional em favor de Direitos Gays e Lésbicos em Washington em 1986 fizeram esta reivindicação: “Deve-se negar a condição de isenção de pagamento de impostos às instituições que discriminam contra os gays e as lésbicas”.
Dá para imaginar que em futuro próximo, as igrejas poderiam ser ameaçadas com a perda de sua condição de isenção de impostos se recusarem contratar empregados homossexuais?
Alguns poderiam zombar de tal ameaça, confiando na proteção constitucional da religião como um escudo. Mas alguns ativistas homossexuais parecem ver a liberdade religiosa como um obstáculo a ser vencido. Por exemplo, a advogada lésbica Barbara Findlay predisse que “a batalha legal em favor de direitos homossexuais um dia será um confronto entre liberdade de religião versus orientação sexual”.
Se a orientação sexual chegar a ser consagrada como uma condição protegida nas leis federais e estaduais, qual outro direito vencerá esse confronto?
Por enquanto, os ativistas podem simplesmente tentar suprimir a livre expressão religiosa toda vez que se sentirem de mau humor.
Por exemplo, quando uma igreja em Boston realizou uma conferência com a mensagem de que Jesus pode libertar gays e lésbicas desse estilo de vida, eles sofreram perturbações e terrorismo de centenas de ativistas homossexuais e simpatizantes do lado de fora — enquanto a polícia de Boston permanecia parada sem nada fazer.
Finalmente, se os ativistas chegarem a alcançar sua meta de incluir o termo orientação sexual nos estatutos federais de crimes de preconceito, muitos grupos pró-família temem que tal momento será decisivo para um avanço que permita que as leis tratem como crime toda expressão e pensamento contrário ao homossexualismo.
Em seu artigo, o aviso final de Warren deveria fazer com que os cristãos sábios discirnam com exatidão os tempos em que vivemos: “Já capturamos as instituições liberais e a imprensa. Já derrotamos vocês em muitos campos de batalhas. E temos o espírito da era do nosso lado. Vocês não têm nem a fé nem a força para lutar contra nós. Portanto, bem que vocês poderiam se render agora mesmo”.
Ed Vitagliano, é um colaborador regular de AgapePress, e é editor de notícias de AFA Journal, uma publicação mensal da Associação da Família Americana.
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E, ainda, vindo da comunidade Canção Nova:
O que já está acontecendo
Muito diferentes dos homossexuais que, angustiados, procuram o sacerdote para obter o perdão de seus pecados e o auxílio para abandonar seu vício, os homossexuais militantes orgulham-se de sua prática antinatural e têm sido autores de graves perseguições religiosas. Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais.[4] Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a “Lei de Orientação Sexual”, semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar).[5] Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo.[6] No Brasil, em 2004, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por artigos de jornal que criticavam suas condutas.
Logo no primeiro dia da visita do Santo Padre ao Brasil (09/05/2007), “cerca de 350 integrantes de movimentos de gays e simpatizantes da Bahia, liderados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) [...] ocuparam as escadarias da Catedral da Sé, no Centro da Capital Baiana, e queimaram uma foto ampliada do pontífice. Além disso, promoveram um apitaço, estendendo faixas com mensagens de protesto contra a presença do pontífice. Na maior das faixas, lia-se: ‘Papa Bento XVI, chega de inquisição! O amor não tem sexo!’.”[7]
O governo Lula tem empregado maciçamente o nosso dinheiro para a promoção do homossexualismo. A frase a seguir é de um líder homossexual e refere-se ao montante investido no programa “Brasil sem homofobia”:
O que está para acontecer
A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por “danos morais”, pensão alimentícia após a morte do “companheiro” e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que “autorizam” a prática de um aborto de bebê anencéfalo.
O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:
·         A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°).
·         Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).
·         A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).
·         A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)
Quer dizer, o momento é de alerta total, e será preciso uma ação decisiva para prevenir, antes de ter que remediar.
P.S.: Este blog não defende qualquer tipo de discriminação contra os homossexuais, mas, da mesma forma, defenderá o direito de que os heterossexuais não sejam discriminados pelos homossexuais. Infelizmente, com a tentativa do PLC 122/2006, é isso que os gayzistas têm tentado fazer. Isso, é claro, requer um revide. Revide, é claro, que deve ser destinado apenas aos gayzistas, e não a todos os homossexuais, obviamente.

http://www.ecristo.com/2015/03/os-planos-gayzistas-de-michael-swift-e.html

Por que não sou protestante?

Ciência afirma que as pessoas não nascem gays, disse autor de livro sobre a homossexualidade

 Em uma entrevista concedida ao jornal espanhol El Pais sobre seu livro "Compreender e sanar a homossexualidade", Richard Cohen, quem se define a si mesmo com um "ex-gay", afirmou que a Associação Norte-americana de Psicologia depois de muitas investigações chegou à conclusão de que as pessoas não nascem homossexuais.


O livro do Cohen foi colocado à venda em 2004. Agora em 2012 a editorial LibrosLibres fez uma nova edição que recebeu a aceitação do público incluindo os leitores homossexuais. Entretanto o movimento de lésbicas, gays, transexuais e bissexuais (conhecido pela sua sigla LGTB) pediu que o livro fosse retirado das livrarias o qual foi considerado como um ataque à liberdade de expressão.



Na entrevista ao El Pais e explicando a verdadeira origem da homossexualidade, Cohen afirmou que "em 2008, a Associação Norte-americana de Psicologia disse que embora houvesse muitas investigações sobre as possíveis causa genéticas, biológicas ou hormonais da orientação sexual, não houve descobertas que permitam aos cientistas chegar à conclusão de que a orientação sexual esteja determinada por um ou vários fatores particulares. A ciência diz que as pessoas não nascem gays".



Ao ser perguntado se a homossexualidade é um fator biológico o autor do livro sustentou que aqueles que experimentam sentimentos homossexuais são homens e mulheres extremamente sensíveis e assinalou que eles "vivem uma relação com seus pais, com seus companheiros e com seu entorno, deferente à dos seus irmãos e às de outras pessoas ao seu redor. Essa sensibilidade pode assentar as bases para os sentimentos homossexuais".



O autor do livro, que nos últimos 21 anos trabalhou como psicoterapeuta, confessa que suas reflexões partem de uma experiência pessoal e manifestou que "eu mesmo vivi como gay, tive um companheiro gay durante três anos".



Entretanto durante muito tempo Cohen sofreu por viver nesse estado e reconheceu que não recebeu ajuda porque "muitos terapeutas me diziam que eu tinha nascido gay, que não havia nada a ser feito. Que eu devia aceitar e viver uma vida gay".



O autor explicou que atrás das pessoas homossexuais quase sempre há uma história de dor que preferem ocultar.



"Sob meu desejo pelos homens havia uma ferida. Não recordava que meu tio tinha abusado sexualmente de mim. É algo que reprimi durante 25 anos, até que fiz minha terapia. Então encontrei a um mentor masculino, heterossexual. Quando experimentei o luto por esse abuso minhas tendências homossexuais desapareceram".



Ao referir-se às causas da homossexualidade Cohen sustenta que o abuso sexual é uma das razões e explicou que "nunca é uma coisa só. É uma combinação de vários fatores. 50 por cento de meus clientes sofreu abuso sexual por parte de alguém do mesmo sexo".



Logo depois de assinalar que os homossexuais são uma porcentagem pequena da população e muitos deles seguem sentindo-se mal consigo próprios apesar de seu bom estado físico já que "não importa quantos músculos desenvolvam, mesmo assim eles se sentem inferiores interiormente".



Richard Cohen explicou logo que é um mito afirmar que se nasce gay porque cientificamente isso não é válido. "Mas tampouco se pode dizer que ser gay seja uma opção. A pessoa não acorda um dia e decide ser gay. Há uma série de fatores combinados que fazem que alguém se comporte como gay. Tratando centenas de homossexuais venho descobrindo que há uma série de contextos comuns em todos eles", acrescentou.


Finalmente Cohen disse que "nas biografias dos famosos fica claro também: tiveram experiências similares. Rosie O’Donnell, Greg Luganis, Elton John, Ricky Martin, Ellen DeGeneres... todos têm histórias semelhantes.

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