15 agosto 2011

Deputado gay Jean Wyllys ofende cristãos e declara guerra aos “inimigos”


Deputado gay Jean Wyllys ofende cristãos e declara guerra aos 
“inimigos”O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.
Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus “inimigos”.
O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.

Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o “casamento” homossexual, as cartilhas de suposto combate à “homofobia” do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.
Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.
Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos dos militantes gays e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser “membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo” (sic) e estar praticando “perseguição” a ele.

Fonte: Jornal do Brasil

08 agosto 2011

Glória a Deus!

350 milhões de cristãos vivem a sua fé perseguidos

‘Ajuda à Igreja que Sofre’ organiza para a JMJ uma exposição com imagens e testemunhos
Actualmente há 350 milhões de cristãos que sofrem por causa da sua fé. Perseguidos, hostilizados ou obrigados a viver em piores condições. Há mártires nestes tempos em que se fala de liberdade e direitos. Existe o silêncio e o abandono a estas realidades, inclusive o desconhecimento por parte daqueles que partilham a mesma fé.
Como é que apesar de toda a dor e sofrimento estes cristãos continuam a crer? Porque continuam a lutar para praticar a sua fé com liberdade? Porque querem permanecer no seu país?
Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) está a preparar para a Jornada Mundial da Juventude, junto à Paróquia dos Jerónimos, uma exposição surpreendente e cheia de emoção: ‘Cristãos perseguidos hoje’.
“Nesta actividade para a JMJ pretendemos mostrar aos jovens não a cara negativa e triste da Igreja perseguida, mas pelo contrário, que é na cruz que melhor se vive a fé e mais próximo está Cristo… Não é uma Igreja triste, pelo contrário, é uma Igreja alegre e com esperança!”, conta Amparo Llobet, comissária da exposição.
FOTO1_2         “Olhamos sempre a Cruz como se fosse Sexta-feira Santa”.
         Padre Peter do Sudão do Sul..
“Para muitas pessoas continua a ser uma grande surpresa que viver a fé em liberdade seja um delito em muitos lugares. Ver o testemunho radical de gente que apesar de toda a hostilidade que sofre, da violência, da discriminação, da aberração, da troça ou da acusação, apesar de tudo queira continuar a viver no seu país, em sua casa, e queira continuar a ser cristãos, isso interpela-nos muito. Perguntas-te: Que faria eu se vivesse como eles?”, explica Javier Fariñas, responsável de comunicação da AIS.
A exposição de Ajuda à Igreja que Sofre girará à volta da reconciliação, com si mesmo e com a realidade que desconhecemos, e a cruz, que eles vivem com normalidade e nós vemos como heroicidade.
FOTO2_2
Antes de receber o Novo Testamento das mãos do padre Benedicto,
Três jovens soldados têm com ele um breve momento de reconciliação.
(Angola)
Contarão com vários espaços: Haverá uma secção de fotografias sobre cristãos perseguidos junto de una série de painéis que narram a história de quinze mártires dos últimos cinquenta anos, e três situações concretas de perseguição: em Gojra (Paquistão), em Orissa (Índia) e em Tibhirine (Argélia), momentos de ataque à liberdade religiosa que transcenderam o silêncio e tiveram certa presença nos meios de comunicação.
Esta secção estará acompanhada de pequenas peças audiovisuais sobre a Nigéria, China, Sudão, Cuba e Iraque, e de testemunhos presenciais de cristãos de Cuba, Iraque, Sudão e alguns convertidos que contarão quem são e o que fazem na sua vida quotidiana. Estas histórias não são de lamentação, mas antes de esperança.
Entre os testemunhos estará o do Padre Jorge Naranjo, sacerdote comboniano madrileno de 37 anos que se sentiu chamado a anunciar o evangelho em zonas de maioria islâmica. Trabalhou em Port Sudan, Jartum e ultimamente em Omdurmán, três cidades do norte do Sudão.
FOTO3         Jorge Naranjo
“Ser cristão implica ter desvantagens no momento de conseguir um trabalho, aceder a uma bolsa de estudos… É quase impossível conseguir a permissão para construir uma igreja, mesmo que os cristãos que habitem nessa zona sejam muitos”, disse o Padre Jorge explicando o dia-a-dia de um cristão no Sudão. Nos convida à exposição “para descobrir que a fé é um verdadeiro tesouro que dá sentido pleno à vida e que a maior alegria é poder partilhá-la… Quem persevera na fé apesar das dificuldades acaba por aprofundá-la e construir uma identidade com um fundamento muito firme”.
Por outro lado, se organizarão momentos e actividades de oração pela Igreja perseguida e necessitada. “A oração é um dos nossos pilares, queremos transmitir aos jovens essa necessidade de orar pelo resto da Igreja”, afirma a comissária da exposição.
Em último lugar, haverá um amplo espaço no qual estarão presentes as secretarias da Ajuda à Igreja que Sofre em todo o mundo. “O que pretendemos é estabelecer um diálogo com os jovens de maneira que nos conheçam, que saibam o que é Ajuda à Igreja que Sofre, e lhes ofereçamos todas as possibilidades que têm para colaborar com a Igreja que sofre desde os seus países de origem. Sensibilizar, consciencializar e despertar um compromisso para a liberdade religiosa e a Igreja necessitada e perseguida”, finaliza Amparo Llobet.
Sobre Ajuda à Igreja que Sofre (AIS)
Ajuda à Igreja que Sofre nasce para ser a voz dos que não têm voz. A voz dos que são perseguidos e mártires, dos que sofrem e necessitam. Foi fundada pelo Padre Werenfried, um homem optimista e lutador cujo lema, “o homem é muito melhor do que pensamos”, permeia de esperança o espírito da organização.
Ajuda à Igreja que Sofre, dependente da Santa Sé, conta com 17 secretarias por todo o mundo, que recolhem fundos para ajudar mais de 5.000 projectos pastorais em 153 países cada ano: construir e reabilitar capelas e igrejas, oferecer subsistência para sacerdotes por meio de estipêndios de Missa, formar seminaristas, noviças e sacerdotes, ou procurar meios de locomoção para as dioceses necessitadas.
Dados básicos de la exposição cristãos Perseguidos:
•    Onde?: En la Paróquia de São Jerónimo el Real (C/Moreto, 4)
•    Quando?: de 15 a 20 de Agosto (10-21 horas).
•    Testemunhos: na terça-feira, dia 16 às 12:00 e 17:00 horas, e na quarta-feira, dia 17 às 18:00 e 21:00 horas.
•    Entrada: gratuita para os inscritos na JMJ.

http://www.madrid11.com/pt/cultura/1495-350-millones-de-cristianos-viven-su-fe-perseguidos-

Mulheres têm cérebro mais ativo do que os homens.Isso não é cultural!

 

Um estudo canadense revela que os homens, quando comparados com as mulheres, apresentam uma predisposição maior para viver sem pensar.
A descoberta ocorreu acidentalmente durante uma pesquisa sobre esquizofrenia. Enquanto o cérebro das mulheres consegue atender inúmeras solicitações ao mesmo tempo, o cérebro dos homens entra mais frequentemente em repouso, revela o estudo liderado por Adrianna Mendrek, pesquisadora canadense do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal.
Na verdade, os homens são mais dados a viver do que a pensar, menciona o trabalho dos pesquisadores que chegaram à conclusão que os cérebro masculino entra com maior facilidade em repouso durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.
“Na realidade, os cérebros estão sempre ativos. É uma questão de intensidade, mas podemos dizer que o cérebro dos homens repousa mais do que o das mulheres”, explicou Adrianna Mendrek, em declarações ao jornal francês Le Figaro.
Segundo a investigadora, existe uma explicação neurológica para essa característica que dota os homens com a capacidade “de não pensar em nada”. A atividade neural do cérebro é maior em pessoas do sexo feminino, por isso o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade.
A descoberta surgiu por mero acaso, já que a área de estudos de Adrianna Mendrek é a esquizofrenia – um transtorno mental que difere entre os sexos em termos de idade de início, sintomatologia, resposta à medicação e anormalidades estruturais do cérebro. Nesse contexto, analisou diversos sujeitos de ambos os sexos afetados por essa doença e comparou a sua atividade cerebral.
Jornal de Notícias
Nota: Para quem achava que as distinções entre homens e mulheres eram apenas “construções sociais”, essa pesquisa mostra algo diferente. Homem e mulher foram criados diferentes e complementares.[MB]

Que vídeo abençoado!

01 agosto 2011

2011: Catolicismo e Maçonaria continuam incompatíveis.


DECLARAÇÃO DOS BISPOS CATÓLICOS DAS FILIPINAS

Apesar das muitas e repetidas sentenças de condenação da Maçonaria lançadas pela Santa Sé, parece que ainda há dúvidas se Católicos podem ou não se filiar à Maçonaria. Frequentemente se alega que várias sociedades maçônicas aqui nas Filipinas são organizações não- sectárias às quais Católicos podem aderir sem nenhum prejuízo à Fé Católica. Isto é falso e Nós queremos reafirmar nos mais fortes e solenes termos a regra emitida pela Santa Sé, a qual decreta que qualquer Católico que conscientemente e deliberadamente adere à Maçonaria automaticamente incorre em excomunhão e não pode receber os Sacramentos da Igreja e nem ser enterrado em cemitério Católico.
Uma pequena reflexão é suficiente para mostrar a justiça e a racionalidade dessa proibição, não obstante todas as alegações em contrário. A Maçonaria é hoje aquilo que ela sempre foi. Uma seita naturalista que ignora ou nega muitas das verdades contidas nas Sagradas Escrituras e definidas pela Igreja Católica como necessárias para a Salvação.
Por exemplo, a doutrina oficial da Maçonaria nega, explicitamente ou por implicação, que Jesus Cristo é o Filho de Deus no sentido exato. De acordo com o ensinamento maçônico, Cristo não passou de um simples homem, certamente um homem sábio, todavia apenas um homem; portanto se Ele é chamado “Filho de Deus”, isso só pode ser tomado no sentido figurativo ou metafórico. Consequentemente, aderir à doutrina oficial da Maçonaria através da adesão como membro dessa organização, em efeito significa negar ou duvidar de pelo menos uma das verdades essenciais da Fé Católica. É verdade que os Maçons acreditam numa espécie de divindade suprema à qual eles chamam “o Arquiteto do Universo”; mas essa divindade descrita nos livros oficiais da Maçonaria está muito longe de ser o Deus Todo Poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo, uma só natureza em três pessoas divinas, O qual os Católicos reconhecem e adoram. De fato, o termo “Arquiteto do Universo” tem sido interpretado pelos maçons de vários modos, alguns dos quais nem podemos chamar de cristão. Além do mais, essa relatividade no que toca à natureza de Deus e nosso relacionamento com Ele, é por si só um grande perigo para a religião já que isso funciona como uma poderosa indução ao indiferentismo religioso, o qual por sua vez conduz ao ceticismo e por fim ao ateísmo.
Mas não é apenas no terreno doutrinal que a Maçonaria é inaceitável para Católicos. As condições de filiação a essa sociedade e suas práticas bem conhecidas, estão em direta violação não apenas da moralidade cristã como também da Lei Natural.
Todos os maçons, por exemplo, são obrigados a fazer um juramento solene comprometendo-se a manter segredo absoluto do que quer que seja ensinado a respeito de sua doutrina e deveres, sob a pena de sofrerem severas punições às quais incluem até mesmo a morte.
Existem muitas objeções a tal juramento. Em primeiro lugar; é claramente errado jurar manter segredo de algo que não deveria ser mantido em segredo. Em segundo, as graves consequencias de se violar tal juramento, as quais incluem tortura, mutilação das mãos de outros membros da fraternidade, quer sejam seriamente consideradas ou não, invocando a suprema majestade de Deus como testemunha de um procedimento trivial e ridículo, no mínimo faz parte da natureza do sacrilégio. Mas consideremos então que tais ameaças sejam levadas a sério, nesse caso é atribuído à sociedade maçônica o poder da pena capital, o qual Deus outorgou apenas ao Estado e sob severíssimas limitações.
Finalmente, a absoluta e irrestrita lealdade a uma organização privada e secreta, prometida através de juramento é diretamente contrária à Lei Natural, a qual prescreve que nossa adesão a qualquer sociedade privada é necessariamente limitada pela nossa obrigação primária a Deus, à Igreja, à sociedade civil e à família. Apesar da propagada profissão de neutralidade e até mesmo de amizade da Maçonaria por todas as religiões, é um fato histórico confirmado por incontáveis exemplos, de que a Maçonaria sempre foi e continua sendo consistentemente hostil à Igreja Católica e também contra muitas denominações cristãs não-Católicas. Em vários casos, sacerdotes sofreram ameaças por ouvirem confissões e reconciliarem maçons em seus leitos de morte. A Maçonaria consistentemente advoga e ativamente promove a exclusão do Catolicismo de qualquer posição de influência, por mais legítima que seja, em qualquer campo da vida social. Tão amarga e incansável é essa hostilidade da Maçonaria pela Igreja Católica, que um proeminente maçon filipino foi efusivamente aplaudido por seus colegas maçons quando ele publicamente declarou que o maior inimigo do povo filipino não é o Comunismo ateu mas sim a Igreja Católica Romana.
Em resumo: Católicos estão proibidos de se associar à Fraternidade Maçônica. Católicos que conscientemente e deliberadamente se tornam maçons estão automaticamente excomungados; eles não podem receber os Sacramentos da Igreja; eles não podem ser convidados para serem padrinhos em cerimônias de Batismo e Confirmação e nem tampouco como testemunhas em Matrimônios Católicos onde tal participação se constituiria um grave escândalo e finalmente, maçons não podem ser enterrados em cemitérios Católicos.

[Assinado por toda a hierarquia da Igreja Católica nas Filipinas:] + JULIO ROSALES, D.D. Arcebispo de Cebu
+ JAMES T. G. HAYES, (sj) Arcebispo de Gagayan
+ JOSE MA. CUENCO, Arcebispo de Jaro
+ CESAR MA. GUERRERO, Bispo de San Fernando
+ MANUEL M. MASCARINAS, Bispo de Tagbilaran
+ MARIANO MADRIAGA, Bispo de Lingayen
+ JUAN SISON, Bispo Auxiliar de Nueva Segovia
+ ALEJANDRO OLALIA, Bispo de Tuguegarao
+ MANUEL YAP, Bispo de Bacolod
+ PEREGRIN DE LA FUENTE, (op) Prelazia de Batanes-Babuyanes
+ LINO GONZAGA, Bispo de Palo
+ FLAVIANO ARIOLA, Bispo de Legaspi
+ PATRICK SHANLEY, (odc) Prelatura de Infanta
+ MONSENHOR PATRICK CRONIN, Administrador Apostólico de Ozamiz
+ REV. CHARLES VAN DEN OUWELANT, Administrador Apostólico de Surigao
+ SANTIAGO SANCHO, Arcebispo de Nueva Segovia
+ PEDRO P. SANTOS, Arcebispo de Nueva Caceres
+ RUFINO J. SANTOS, Arcebispo de Manilla
+ LUIS DEL ROSARIO, Bispo de Zamboanga
+ MIGUEL ACEBEDO, Bispo de Calbayog
+ ALFREDO OBVIAR, Administrador Apostólico de Lucena
+ WILLIAM BRASSEUR, (cicm) Vigário Apostólico de Montanosa
+ VICENTE REYES, Bispo Auxiliar de Manilla
+ GERARD MONGEAU, Administrador Apostólico de Sulu
+ WILLIAM DUSCHAK, Vigário Apostólico de Calapan
+ ANTONIO FRONDOSA, Bispo de Capiz
+ TEOPISTO ALBERTO, Bispo de Sorsogan
+ MONSENHOR CLOVIS THIBAULT, Administrador Apostólico de Davao
+ GREGORIO ESPIGA, (orsa) Prefeito Apostólico de Palawan

181 mil alemães abandonaram oficialmente o catolicismo em 2010



Mais de 181 mil alemães abandonaram oficialmente a religião católica em 2010,um ano marcado por vários escândalos de pedofilia envolvendo a Igreja, segundo um relatório da Conferência dos Bispos da Alemanha, divulgado hoje, noticia a AFP.
A conclusão deste relatório baseia-se no número de alemães que deixou de pagar o imposto religioso, cobrado pelo Estado alemão.
Na Alemanha, as comunidades protestantes, católicas e judaicas são financiadas por um imposto religioso, cobrado pelo Estado, àqueles que estão inscritos como crentes.

* Apesar das perdas recentes de adeptos, o cristianismo ainda é de longe a maior religião na Alemanha, com os protestantes da Igreja Evangélica na Alemanha, (especialmente no norte), compreendendo 30,2% em 31 de Dezembro de 2007 (queda de 0,3% em relação aos 30,5 % no ano anterior) da população e o catolicismo romano (particularmente no sul e oeste), compreendendo 30,7% em dezembro 2008 (também de 0,3% em relação ao ano anterior).
Por conseguinte a maioria do povo alemão pertencem a uma comunidade cristã, embora muitos deles não tomam parte ativa na vida da igreja com a freqüência à igreja aos domingos consideravelmente menos do que 10% dos quais 4,1% de católicos (em 2008) e 1,2% protestantes (em 2007 ), Pertencente ao EKD [10]. 1,7% da população são cristãos ortodoxos.

Cássio José: blog 100% Católico

IMAGEM VERSUS ÍDOLO: A IGREJA CATÓLICA É IDÓLATRA POR TER IMAGENS?

 Por Cássio José* Essa pergunta é tão antiga quanto a arca de Noé! Quero esclarecer suas dúvidas a respeito de tais ataques com a própria Pa...

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