Com a Sagrada Escritura, Sagrada Tradição e o Sagrado Magistério desejamos proporcionar a você o "Depósito da Fé", herdado e transmitido por todas as gerações do Cristianismo. Forte Abraço
25 junho 2012
EUA: ativistas pro-vida protestantes tornam-se católicos cada vez mais.
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| Bryan Kemp |
Cada vez mais, líderes pró-vida não-católicos estão se convertendo ao catolicismo, noticiou o “OSV Newsweekly”. O caso de Bryan Kemper, ativista protestante pró-vida durante 20 anos, é típico.
Ele confessou que de início tinha reações paranóicas só de pensar em
colaborar com católicos na luta pela vida. Os pastores evangélicos lhe
diziam que a Igreja Católica era pior que Babilônia.
Mas Kemper ficou abalado pela recente conversão ao catolicismo e à luta pela vida de proeminentes figuras da cultura da morte, como Abby Johnson, batista de religião e ex-diretora de uma clínica de abortos.
Kemper, hoje com 44 anos, fora batizado católico, mas nunca praticou e virou protestante. Para polemizar melhor contra os católicos começou a estudar o catolicismo. Escritos como os de Santo Inácio de Antioquia sobre a Eucaristia abalaram seu ceticismo evangélico.
Ele chegou à idéia de que “não era possível que fosse do agrado de Deus ser reverenciado por 40.000 denominações e que deveria haver uma só verdadeira”, explicou.
Mas Kemper ficou abalado pela recente conversão ao catolicismo e à luta pela vida de proeminentes figuras da cultura da morte, como Abby Johnson, batista de religião e ex-diretora de uma clínica de abortos.
Kemper, hoje com 44 anos, fora batizado católico, mas nunca praticou e virou protestante. Para polemizar melhor contra os católicos começou a estudar o catolicismo. Escritos como os de Santo Inácio de Antioquia sobre a Eucaristia abalaram seu ceticismo evangélico.
Ele chegou à idéia de que “não era possível que fosse do agrado de Deus ser reverenciado por 40.000 denominações e que deveria haver uma só verdadeira”, explicou.
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| Lila Rose |
Até
que um dia em Bruxelas, na Marcha pela Vida de março de 2011, ele disse
a um monsenhor que queria fazer uma confissão geral bem feita.
Professou o Credo e pediu a Comunhão.
O Pe. Frank Pavone, presidente de Priests for Life’s, contou que este
caso não é único entre os ativistas pró-vida. O caso de Kemper foi,
segundo ele, “a ponta do iceberg de um fenômeno que está acontecendo nas
bases com bastante assiduidade”.
Frequentemente, disse o Pe. Pavone, nas suas viagens ouve pessoas dizendo: “Eu fiquei católico graças a meu ativismo pró-vida”.
As motivações são diversas, esclareceu o sacerdote. Ele mencionou a coerência e a firmeza das posições católicas nas questões relativas à vida; o vigor da tradição filosófica católica e a confiança dos católicos que os torna mais receptivos à fé.
Lila Rose, de 23 anos, fundadora da Live Action, disse que não estava surpreendida pela conversão de Kemper e que ela própria se tornou católica vendo que a fé da Igreja Católica “é a verdadeira”.
Frequentemente, disse o Pe. Pavone, nas suas viagens ouve pessoas dizendo: “Eu fiquei católico graças a meu ativismo pró-vida”.
As motivações são diversas, esclareceu o sacerdote. Ele mencionou a coerência e a firmeza das posições católicas nas questões relativas à vida; o vigor da tradição filosófica católica e a confiança dos católicos que os torna mais receptivos à fé.
Lila Rose, de 23 anos, fundadora da Live Action, disse que não estava surpreendida pela conversão de Kemper e que ela própria se tornou católica vendo que a fé da Igreja Católica “é a verdadeira”.
Fanáticas do aborto protestam na Rio+20 e não se conformam com retirada da expressão “direitos reprodutivos” do documento oficial.
A
presidente Dilma Rousseff discursou nesta quinta-feira no evento “O
futuro que as mulheres querem”, no âmbito da conferência “Rio+20″.
Enfrentou o protesto de feministas inconformadas com a retirada da
expressão “direitos reprodutivos” do documento oficial da conferência.
Dilma deu uma boa resposta, já chego lá, que deveria servir de norte,
diga-se, para o seu próprio governo, que abriga uma abortista fanática
como Eleonora Menicucci (Ministério das Mulheres) e que flerta com a
possibilidade de oferecer no SUS atendimento pré-aborto, sob o pretexto
de adotar política de redução de danos. Já trato do assunto. Vamos a
algumas considerações gerais sobre o assunto, necessárias para que fique
claro do se cuida aqui.
Fosse
eu psicanalista, dedicar-me-ia, com a paixão do entomologista
dissecador, a entender a alma das militantes do aborto. Não conheço
grupo mais fanático. O sectário religioso mais ensandecido, que está
certo de suas prefigurações místicas como dois e dois são quatro, não
tem a mesma paixão pela causa e, em larga medida, o mesmo ódio. A
defesa do aborto é uma causa peculiar porque, à diferença da luta por,
sei lá, comida, moradia, terra, igualdade de direitos etc, pressupõe a
morte. Não
por acaso, os grupos abortistas precisam coisificar o feto para que a
sua postulação ganhe a estatura de uma reivindicação justa e humanista.
Não
podendo negar que o feto seja vida — e, sendo vida, há de ser alguma
forma de vida: eu me arriscaria a dizer que é “humana”, não? —, então
sacam da algibeira retórica o argumento que consideram definitivo: “É
vida, mas, até o terceiro mês, ainda não tem cérebro, logo…” Chega-se
mesmo a perguntar qual a diferença entre alguém com morte cerebral
diagnosticada — o que permite a extração de órgãos para transplante — e o
feto das primeiras semanas, com o cérebro não formado. Ora, a diferença
é aquela que separa a vida da morte, nada menos. O feto traz consigo
todas as potencialidades do que vive; a morte cerebral é o prenúncio da
fatalidade. No feto, irreversível é a vida; na morte cerebral,
irreversível é a morte do corpo. Não é preciso ser religioso para
reconhecer a diferença entre uma coisa e outra.
Por
que o fanatismo das abortistas? Parecem querer dizer algo assim: “Se é o
nosso corpo a garantir a vida de outro ser — e um feto é “o outro”, ou
estaríamos falando de uma amputação, certo? —, então podemos negar-lhe
essa licença”. Trata-se
da apropriação de um dom da natureza (a reprodução não coube às
mulheres em razão de alguma injustiça primitiva, imposta pela força)
para a imposição de uma vontade contra a natureza desse dom.
Essa
que é uma luta “de gênero” entende que a mulher é apenas o ser político
com o direito de “decidir sobre o seu corpo”. Essa autonomia
corresponderia à superação do que, então, deixa de ser um dom para ser
uma danação: a reprodução. A
mais recente reivindicação das extremistas do aborto é que, também na
esfera legal, os homens sejam alijados da decisão e tenham cassado até o
direito à opinião. A reprodução da espécie passaria a ser um tema
exclusivo das mulheres. Parece-me uma forma de loucura.
Pois bem. As ONGs revindicavam que o texto final da Rio+20 defendesse os tais “direitos reprodutivos”, expressão generalista e eufemística para “direito ao aborto”. De
fato, a Igreja Católica e outras denominações cristãs se mobilizaram
para que a expressão fosse substituída pela garantia de “serviços de
saúde” às mulheres. As feministas acusam o que consideram uma indevida
interferência da religião no assunto. Ora,
por que ela seria indevida? O direito dos cristãos de se manifestar
teria sido suprimido por alguma instância representativa ampla a ponto
de suprimir até mesmo a liberdade de expressão?
Dilma discursou, e as feministas fizeram o seu protesto. A presidente retomou a palavra e lembrou, de maneira apropriada: “É
preciso recuar de argumentos para permitir outros (…) Exercer o
multilateralismo implica, necessariamente, levar em consideração
posições diversas. Diversas como? Diversas das minhas ou da de cada um
de nós”. A presidente estava, em suma, lembrando à fanáticas que a
defesa do aborto como um direito universal está longe de ser um
consenso.
As
mulheres — ou os fetos do sexo feminino — são hoje as principais
vítimas do aborto em razão de questões culturais e econômicas. Na China,
por exemplo, a soma do ultrassom com a política oficial do filho único
leva à prática do aborto seletivo em massa. Numa país em que inexistem
os direitos sociais da velhice (sabem como são aqueles comunistas…), os
filhos homens são as únicas garantias dos pais na velhice. Há dias,
por pouco, a Câmara dos Deputados nos EUA não aprovou uma lei — teve
maioria ampla, mas não o suficiente — para punir mãe e médico em caso de
aborto decidido por questão de gênero. Descobriu-se que a interrupçã
legal da gravidez está sendo usada para impedir o nascimento de meninas.
Os democratas de Barack Obama se mobilizaram contra a proposta porque
não aceitam restrições aos tais “direitos reprodutivos”…
Quando
vejo “a luta” dos ditos “grupo feministas” em defesa do aborto em nome
“dos direitos da mulher”, pergunto-me que luta de emancipação é essa que
começa por negar às próprias mulheres o direito à vida.
A
interdição ao aborto foi um dos fatores que fizeram com que o
cristianismo se expandisse primeiro entre as mulheres. Dois mil anos
depois, essa continua a ser uma prática contra as mulheres, só que,
agora, defendida por feministas.
Por Reinaldo Azevedo
14 maio 2012
Por que os católicos gostam tanto de Maria?
por Padre Sebastião - Vigário Paroquial de Camocim-CE
Você já ouviu
alguém falar mal de Maria por aí? O que você ouviu?
Os católicos
gostam tanto de Maria, a mãe de Jesus,
por que ela é “cheia de Graça”,
como disse o anjo Gabriel na bíblia em
Lucas 1,28 : “ Ave Cheia de Graça, o
Senhor está contigo.” É o que dizemos quando rezamos: Ave Maria, cheia de
graça...
Também Deus
realizou grandes maravilhas em Maria como diz nesta passagem da sagrada
escrituras em Lc 01,49: “Por que o todo poderoso realizou Obras em Mim” Porque
um dia todas as gerações lhe chamarão de Bendita, mesmo os que criticam e a
desrespeitam. Na própria palavra de Deus está esta certeza em Lc 01,48: “Todas as gerações me chamarão de bendita.” E
como disse Isabel, cheia do Espírito Santo em Lucas 01,41-42: “ Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do
teu Ventre”. É o que dizemos na oração da Ave Maria: “bendita és tu entre as mulheres ...”
Por graça
especial de Deus, Maria é uma mulher especial, bonita diferente e única. Ela foi
escolhida por Deus para ser a mãe de Jesus. Jamais haverá na terra uma mulher
como Maria. Por isso Ela é bendita entre todas as mulheres.
Você entende agora por que os católicos gostam tanto de Maria? E por
que a chamamos de “Virgem” Maria? Por que a própria Bíblia chama Maria de
Virgem. Vejamos em Lucas 01,26-27: “ O
Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré. Foi
a uma Virgem, prometida em casamento
a um homem chamado José, que era descendente de Davi. E o nome da Virgem era Maria”
No evangelho de Mateus 01,23 nos diz “ A virgem conceberá e dará a luz um Filho. Ele Será grande e será chamado pelo nome de Emanuel, que quer dizer Deus está conosco” Maria é chamada de Virgem pelo Próprio Arcanjo Gabriel, enviado de Deus. Ela não teve outros filhos permanecendo virgem antes, durante e depois do nascimento de Jesus, por uma graça especial de Deus, isso porque ela é Cheia de Graça!
No evangelho de Mateus 01,23 nos diz “ A virgem conceberá e dará a luz um Filho. Ele Será grande e será chamado pelo nome de Emanuel, que quer dizer Deus está conosco” Maria é chamada de Virgem pelo Próprio Arcanjo Gabriel, enviado de Deus. Ela não teve outros filhos permanecendo virgem antes, durante e depois do nascimento de Jesus, por uma graça especial de Deus, isso porque ela é Cheia de Graça!
Como sabemos se Maria não teve outros filhos? Vejamos esta história: “ João era filho único e se casou. Sua mãe
vivia em outra cidade . Certo dia estava em casa e tocaram a campainha. Sua
mulher foi atender e disse: - João sua mãe e seus irmãos estão aqui. João ficou
feliz e foi abraçar sua mãe e seus amigos de infância que vinheram lhe visitar”Você
já ouviu algum fato parecido? O mesmo aconteceu com Jesus quando lhe disseram:
“sua mãe e seus irmão estão aí fora e
querem lhe falar” Mateus 12,47. Já ouviu como a Legião de Maria trata seus
membros? Chama-os de irmão ou irmã, irmã
Antonia, irmão Manoel. A irmã Maria... E
os protestantes? Chamam-se de irmão e irmã. Vejamos como isso aconteceu com
Jesus e como ele responde em Mateus 12,47-50 : Disseram para Jesus : Olha tua mãe
teus irmãos estão aí fora e
querem lhe falar. Jesus responde: quem é minha irmã e meus irmãos ? e
estendendo as mãos aos discípulos disse: Aqui estão minha mãe e meus irmãos,
pois todo aquele que faz a vontade de meu pai que está no céu , esse é meu irmão,
minha irmã e minha mãe.” Será que Maria teve outros filhos ?
A primeira resposta, limpa, clara e direta vem do próprio Jesus que
diz: “minha mãe e meus irmãos são aqueles
que ouvem a palavra de Deus e a põe em prática” (MT 12,49-50). No evangelho
de Marcos 06,3 nos diz:
Não é este o
filho do carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de
Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? O mesmo acontece em Marcos 3,31 e
Lucas 8,19. também vai aparecer em atos dos apóstolos 1,14.
No evangelho de Lucas 6,15 e João 19,25
se fala de Maria, irmã da mãe de Jesus de Cleofas, esta é a mãe de Tiago e
José, os primos de Jesus. Em Mateus 27,56; Lucas 6,16 e a carta de Judas,
aparece que Tiago, Judas e Simão são primos de Jesus.
Na linguagem Bíblica a mesma palavra significa irmão, primo, sobrinho parente.
A prova disso está em Genesis 13,8 quando Abraão dia a Lot: “ Peço-te que não haja rixas, pois nós somos
irmãos”. Em Genesis 11,27-31 aparece
claramente qua Abraão é tio de Lot. Assim também em passagens como 1 Crônicas 23,22 “Eleazar morreu e não teve filho, mas filhas e estas se casaram com os
filhos de Cis seus irmãos”. Os filhos de Eliazar eram primos depois de Cis.
E há várias outras passagens na palavra
de Deus que comprovam que a palavra "Irmãos" tem o mesmo significado de sobrinho, primo e tio.
Como ultima explicação é quando na hora que Jesus está na cruz, Ele
entrega a sua mãe a João, o filho de Zebedeu, dizendo: “Mulher, eis aí teu filho. Filho eis ai tua mãe. E João a levou para sua
casa” Jo19,25-27.
A lei de Moises ordenava que o filho mais velho cuidasse da mãe. Se Jesus
tivesse outros irmãos, ou irmãs, ele ia entregar sua mãe aos cuidados de outra
pessoa? Claro que não! Jesus é o Filho único de Maria. Com está escrito no
evangelho de Mateus 01,23: "A virgem dará
a Luz a um filho." Assim fica claro que Maria teve Jesus como único Filho em
seu ventre Maternal.
Termino
esta reflexão sobre está maravilhosa Mãe de todos nós Cristãos católicos com
uma frase de Santo Afonso Maria de Ligório "Deus criou todas as águas e fez o mar, Deus criou
todas as graças e fez MARIA"
Que Nossa querida mãe interceda
por todos os nossos Paroquianos de Camocim.
Salve Maria !
texto: Padre Sebastião - Vigario Paroquial de Camocim-Ce
Digitação e adaptação: GessivandroQueiroz
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