06 junho 2013

Milhares de cristãos em Brasilia a favor da família e contra aborto e união gay.





Estadão

Milhares de evangélicos participaram nesta quarta-feira, 5, de uma manifestação em Brasília, convocada por pastores e liderada por Silas Malafaia, em defesa da liberdade religiosa. Pastores e políticos fizeram ataques ao movimento LGBT, ao governo federal e ao poder Judiciário.
A assessoria de imprensa da Polícia Militar informou que estimativa era de um público de 40 mil pessoas. A organização estimou em 70 mil o número de presentes e informou ter gasto R$ 500 mil na realização do evento, incluindo propagandas televisivas convocando o público. A Associação Vitória em Cristo arcou com os custos.
Principal organizador do evento, o pastor Silas Malafaia foi quem falou por mais tempo e fez o discurso com mais ataques aos “adversários” dos evangélicos. Ele começou com diversas críticas ao que chamou de “ativismo gay”, em referência ao movimento LGBT.
“O crime de opinião foi extinto e o ativismo gay quer dizer que a minha opinião sobre a união homoafetiva é crime. Nós chamam de fundamentalistas, mas eles são fundamentalistas do lixo moral, o ativismo gay é o fundamentalismo do lixo moral”, afirmou Malafaia. “Tentam comparar com racismo, mas raça é condição, não se pede para ser negro, moreno ou branco. Homossexualidade é comportamento. Ninguém nasce homossexual”, complementou.
Malafaia criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por terem “na caneta” aprovado a união civil entre pessoas do homossexual e obrigar cartórios a registrar o casamento gay. Criticou ainda o governo pela indicação de Luís Roberto Barroso para o STF por ele já ter defendido a legalização do aborto. Atacou ainda o PT destacando o julgamento do mensalão e sugerindo que a indicação de Barroso poderia ter como objetivo absolver os condenados. “O povo quer ver os mensaleiros na cadeia”, disse. Encerrou destacando ser o objetivo do evento mostrar a força dos evangélicos. “Esse nosso evento é um ensaio, um exercício de cidadania. Não somos cidadãos de segunda classe, vamos influenciar a nação”.
Um dos mais ovacionados pelo público foi o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da comissão de Direitos Humanos da Casa. Ele citou em seu discurso os ataques que sofreu desde que assumiu a comissão. “Depois de 90 dias no vale da sombra, das mortes, estou aqui para dizer que represento vocês”, disse Feliciano. Ele afirmou ainda que a “família” tem de vir antes do governo e da sociedade e concluiu seu pronunciamento dizendo esperar pela eleição de um presidente da República evangélico.
Outro tema que motivou protestos de vários dos convidados a discursar foi o projeto que criminaliza a homofobia, em tramitação no Congresso. O senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que há um objetivo de criar uma “casta de homossexuais” e garantiu que a bancada evangélica não deixará essa proposta ser aprovada.
Apesar de o evento ter sido convocado como manifestação pacífica houve truculência no palco quando seguranças confundiram, no palco, a bandeira de uma igreja com a do movimento LGBT. O material era da Igreja Quadrangular e foi apreendido de forma brusca pelos seguranças que retiraram com força um pastor e outro integrante do grupo. Após ter sido esclarecido que os envolvidos na confusão eram evangélicos a entrada deles foi liberada, mas a organização confiscou a bandeira afirmando que o material não poderia ser exibido para não vincular o evento a nenhuma igreja específica.

02 junho 2013

Porque a mídia brasileira dá tão pouca relevância ao que está acontecendo na França?

maio 31st, 2013


COMO SE CONSTRÓI UMA FARSA?
ESCRITO POR ROBSON CARVALHO | 29 MAIO 2013 
INTERNACIONAL – EUROPA
manif1Aos que ainda se iludem com a Rede Globo, com a revista Veja ou com a Folha de São Paulo, empresas dominadas pela pauta gay, afirmo que a farsa que está sendo montada na França só tem um objetivo: justificar as ações do governo socialista francês, que quer calar seu povo no soco.

No dia 26 de maio a França produziu um dos acontecimentos mais emblemáticos e históricos deste século. Pacificamente, milhares de franceses, mais de um milhão, segundo os organizadores, marcharam pelas ruas da capital em defesa da família e do casamento. Jovens, crianças, idosos, homens e mulheres, famílias inteiras, caminharam sob um clima amistoso, contrariando os “conselhos” do ministro do interior, Manuel Valls[1].

Voltando no tempo, lá no já longínquo agosto de 2012, e comparando a situação de então com o que se viu ontem, podemos afirmar, sem dúvida nenhuma, que a França despertou, acordou de sua letargia.
nonloitaubiraE o que provocou este despertar?
Com a vitória do socialista François Hollande para a presidência, foi colocada em implementação por sua ministra da Justiça, Christiane Taubira, a guardiã dos selos, como se diz na França, uma “mudança de civilização”[2], que tem como norte a destruição dos últimos resquícios das tradições que advém da outrora França católica, dos últimos resquícios das leis fundamentadas sobre a lei natural e a lei divina. 

Ocorre que, como sempre, centenas de pessoas de bom senso reagiram a esta tentativa de mudança. Inicialmente, a reação foi tímida, advinda principalmente dos grupos católicos tradicionais, do Instituto Civitas[3]. Forçados por estes grupos, e para não serem vistos como negligentes[4], os bispos da França[5] escreveram, em agosto passado, uma oração[6] em favor da família para ser rezada em todas as paróquias.
Ocorre que algo já estava fermentando nesta França, que chamaremos de França profunda, tomando emprestado o termo que foi cunhado na própria terra de Carlos Magno;algo já estava nascendo, aos poucos, em conversas, pelas redes sociais, nas paróquias. Este algo só ficaria visível, esta resistência, esta contra-revolução só mostraria sua face em novembro, quando, em Paris, uma manifestação reuniu 100 mil pessoas contra o projeto de lei Taubira[8].
Para muitos, o número parece pequeno, mas o fato é que ninguém esperava esta mobilização[9], nem o governo, nem a Igreja, nem os políticos de todos os partidos, nem os próprios organizadores, que se reuniram em um coletivo chamado Manif pour tous, a LMPT[10].

francefamilyPois bem, 100 mil pessoas saíram às ruas de Paris e deram um susto no governo Hollande. Estes 100 mil se transformaram em um milhão de manifestantes em janeiro[11], e o governo, desprezando o clamor dos franceses contrários à lei, defendendo uma minoria barulhenta que só serve de joguete para interesses maiores, deu de ombros para o povo, fez ouvidos de mercador, como diziam nossos avôs.
Hollande, é claro, está a serviço de uma agenda, que como dizem na Europa, responde diretamente à Bruxelas, onde está situada a sede da União Européia. Hollande é apenas um  fantoche, e isso fica claro pelo modo com o qual ele tem tratado toda a questão.
Desde então, o governo francês, formado em sua imensa maioria por maçons[12], mais a mídia, começaram a adjetivar os manifestantes, chamando-os de nazistas, de extremistas de direita, de reacionários, de atrasados, de homofóbicos. Ora, ao vermos a multidão de manifestantes, podemos dizer que há de tudo ali, menos gente com estas características.
Pois bem, os termos vazios cunhados para desarmar os adversários acabaram não surtindo efeito, e ao invés de diminuir, o movimento de resistência foi crescendo, crescendo e crescendo. Na segunda grande manifestação, em março, um milhão e quatrocentos mil franceses lotaram as avenidas do Grande Exército e Charles de Gaulle[13]. A extensão destas duas avenidas dá o dobro da extensão da avenida Paulista, em São Paulo. Nesta segunda manifestação nacional, o governo, querendo criar uma situação de confronto, impediu que os manifestantes ocupassem a avenida dos Campos Elísios[14]. A multidão, espremida, inevitavelmente, acabou gerando os “transbordamentos”, o que, com a ação desproporcional da polícia, gerou as imagens chocantes que correram o mundo, aonde crianças, freiras, idosos, foram agredidos simplesmente porque queriam circular[15]. A França, para quem não sabe, está respondendo a um processo no Conselho de Ministros da Europa por abuso da autoridade policial neste caso[16]. É claro, amigos leitores, que sabemos a quem este conselho responde.
Assim, voltando ao início do nosso texto e ao título de toda esta postagem, o que vimos ontem foi um governo que criou todas as barreiras possíveis, todas as situações de extremidade possíveis justamente para ter o que usar em seu favor.
Inicialmente, Manuel Valls aparece falando de extremistas que causariam transtornos. Depois, a polícia aduaneira, que estava em paralisação até então, começa a criar transtornos na chegada, à capital, dos franceses das províncias[17]. Em seguida, estações de trem são fechadas, os serviços de transporte de Versalhes, região que concentra a maioria dos opositores de Hollande na grande Paris, são paralisados e os moradores locais são barrados na estação de trem [18].
Some tudo isso, e temos um verdadeiro barril de pólvora pronto para explodir. Contudo, como Valls estava lidando com católicos, pessoas pacíficas, e pacífico não é sinônimo de tolo, nada melhor, então, do que criar uma situação de confronto real, infiltrando, segundo o que veremos abaixo, polícias em trajes civis no meio da multidão.
O mundo, ou melhor, os grandes veículos de comunicação, que recebem suas notícias das agências de notícias como Reuters e France Press, anunciaram que franceses de extrema direita atacaram a polícia no fim da manifestação de ontem[19], que, repetimos, reuniu um milhão de franceses mesmo depois da lei ter sido sancionada. Ora, cara grande mídia, hoje não é possível mais mentir facilmente para as pessoas, afinal temos celulares que filmam os acontecimentos, e a verdade é que foi a polícia de Paris que provocou todo o distúrbio. E querem ver como?
Primeiro, na mídia brasileira foi noticiado que jovens atacaram a polícia com garrafas, lançando garrafas. Vejam o vídeo (final do artigo)
Hummm…. a polícia arremessando garrafas? Estranho, não é?
Agora vejam este outro vídeo.(final do artigo) Vejam como eles tratam os manifestantes “perigosos”, armados até os dentes com… bandeiras e mochilas. Você, leitor, se você estivesse pacificamente na manifestação, fosse provocado pela polícia, que não parou de lançar gás contra as pessoas durante toda a tarde, e de repente visse um vizinho, um amigo ou um jovem desconhecido, como o que estampa o topo da matéria, sendo atacado covardemente pela polícia política de Hollande, você ficaria passivo, ficaria assistindo tudo sem fazer nada? Tenham dó, não é mesmo?!
As imagens são chocantes, impressionantes. Ocorre que o que vemos aí pode ser apenas o início de um caos social muito maior. A França está mergulhando em um ciclo de violência profunda, e até agora os franceses católicos e todos aqueles que ainda guardam o bom senso só têm apanhado. A pergunta é: até quando? Ou melhor: quem tem atiçado este confronto? E é aí que voltamos ao governo.
Segundo um jovem presente[20]:
“Ontem, como um bom número de meus concidadãos, vim a Paris manifestar minha desaprovação à lei Taubira. Depois disso, minha irmã e eu quisemos participar das vigílias durante a noite. Em um primeiro momento, vendo um grupo de vigilantes se instalar na avenida de Breteuil, engrossamos seu número. Por volta das 20h30, tomando conhecimento de que o grupo principal dos vigilantes estava localizado diante da ponte Alexandre III, nos deslocamos, para nos unirmos a eles, peloboulevard dos Inválidos. Uma barreira com trinta policiais nos impediu de alcançar a Esplanada…. Insistimos para passar, e estes últimos nos disseram de modo agressivo, mas sem violência física, que era impossível, e que deveríamos ir embora…. Um rapaz de 22 anos, vendo 2 pessoas, autorizadas pelos policiais, passarem por esta barreira, pediu igualmente para passar. Uma vez mais, o policial respondeu energicamente que nem sonhando, e que ele deveria se retirar. Este rapaz deu meia volta um pouco exasperado, tomou seu telefone para responder ou fazer uma chamada telefônica. Neste momento, 3 policiais se lançaram sobre ele, o levando para trás de um veículo da polícia, o deitando no chão e o golpeando com uma violência extraordinária… Quase imediatamente depois disso, entre 20 e 30 jovens, vestidos na maioria com blusões com uma aparência que denotava relação com os manifestantes, chegaram sem que se soubesse de onde eles vinham, e foram autorizados a passar pela barreira. Dez metros após a barreira, alguns retiraram sua blusa, deixando aparecer camisetas com suásticas.
Outro rapaz também afirma[21]:
“Os vestidos com suásticas tinham tido a autorização da polícia para entrar, à tarde, no recinto dos Inválidos (lado Vauban), enquanto que o comum da multidão era reprimido neste lugar”.
E, por fim, Béatrice Bourges, líder do grupo Primavera francesa, denuncia[22]:
“Tendo passado a noite na Esplanada dos Inválidos, com os vigilantes da Manif pour tous, vi com meus próprios olhos policiais em trajes civis tirarem suas braçadeiras laranja para se confrontar com outros policiais, e induzir a um confronto com manifestantes diante das câmeras de televisão. É surrealista!”
Como vocês podem perceber, caros leitores, o clima de histeria do governo é tamanho, que estão sendo criadas desculpas para atacar impunemente os opositores da lei Taubira. E para justificar estes atos, há uma verdadeira tentativa de se criar situações falsas, que visão apenas transmitir a ideia de que os manifestantes são violentos, e não o governo. Contudo, a coisa está saindo do controle.

Hoje (28) pela manhã, por exemplo, diversas mães que estavam diante de um colégio foram presas pela polícia[23]. O crime? Elas estavam usando camisetas da Manif pour tous. Isso mesmo, leitores, a polícia prendeu diversas mães que estavam na frente do colégio Buffon, em Paris, para pegar seus filhos, que ficaram abandonados na saída, simplesmente porque elas são defensoras da família.
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No mesmo período, jovens que estavam no boulevard Pasteur, também em Paris, foram presos pelo mesmo motivo, por usarem camisetas com os símbolos da LMPT[24]. E mais, não é só isso não, outro jovem, que saia da estação do metrô Sevres, foi preso só porque, vejamos, estava no lugar errado e na hora errada; ou seja, se você estiver em Paris, e tiver o semblante de alguém que desaprova a lei Taubira, se prepare, você será preso!
Além destes atos de terrorismo de Estado, o site do Forum Catholique, grande site de debates da Tradição católica na França, foi hackeado pelo defensores da ditadura gay[25]. No mesmo dia, o Instituto Civitas foi alvo de uma ameaça de bomba[26].
Logo, a França profunda se vê agora em um confronto direto com a França moribunda, chamada de França “moderna”, que, por mais que alguns teimam em não reconhecer, fracassou e caminha para sua destruição. E a guerra que está eclodindo, uma guerra de civilização, não será vencida sem suor e sangue.
Assim, caros leitores, principalmente aos que ainda se iludem com a Rede Globo, com a revista Veja ou com a Folha de São Paulo, empresas dominadas pela pauta gay, afirmo que a farsa que está sendo montada na França só tem um objetivo: justificar as ações do governo socialista francês, que quer calar seu povo no soco.
Que Deus tenha piedade de nossos irmãos, e viva a França católica! A França que despertou de seu sono.
Nota:
[1] Libération: Manuel Valls «déconseille» aux familles avec enfants de manifester dimanche. Disponível em:http://www.liberation.fr/politiques/2013/05/25/manuel-valls-deconseille-aux-familles-avec-enfants-de-manifester-dimanche_905667; RTL: Manif pour tous : Manuel Valls “déconseille aux familles avec enfants” de manifester. Disponível em: http://www.rtl.fr/actualites/info/politique/article/manif-pour-tous-manuel-valls-deconseille-aux-familles-avec-enfants-de-manifester-7761705829
[2] Le Nouvel Observateur. Mariage homosexuel: “une réforme de civilisation” pour Christiane Taubira. Disponível em http://tempsreel.nouvelobs.com/monde/20121107.FAP3737/mariage-homosexuel-une-reforme-de-civilisation-pour-christiane-taubira.html; Les 4 Verités. Oui, c’est un changement de civilisation. Disponível em: http://www.les4verites.com/societe/oui-cest-un-changement-de-civilisation; 20 minutes. Mariage gay: Christiane Taubira promet une «réforme de civilisation». Disponível em:http://www.20minutes.fr/ledirect/1037522/mariage-gay-christiane-taubira-promet-reforme-civilisation; Ouest France. Mariage des homosexuels. Taubira détaille son projet. Disponível em: http://www.ouest-france.fr/actu/actuDet_-Mariage-des-homosexuels.-Taubira-detaille-son-projet_39382-2130340_actu.Htm
[3] Le Figaro: Civitas mobilise contre le mariage gay. Disponível em: http://www.lefigaro.fr/flash-actu/2012/09/08/97001-20120908FILWWW00363-civitas-mobile-contre-le-mariage-gay.php. France Jeunesse Civitas: La campagne de Civitas contre le “mariage” homosexuel relayée dans le journal “Libération”. Disponível em: http://francejeunessecivitas.hautetfort.com/archive/2012/06/29/la-campagne-de-civitas-contre-le-mariage-homosexuel-relayee.html
[4] La Croix: La prière pour la France, entre large adhésion et quelques réserves. Disponível em: http://www.la-croix.com/Religion/Actualite/La-priere-pour-la-France-entre-large-adhesion-et-quelques-reserves-_NG_-2012-08-13-842249
[7] Le Nouvel Observateur: Mariage gay: une prière pour la famille traditionnelle pas si universelle que ça. Disponível em: http://tempsreel.nouvelobs.com/societe/20120815.FAP6902/mariage-gay-une-priere-pour-la-famille-traditionnelle-pas-si-universelle-que-ca.html. Le Parisien: La Prière pour la France divise l’Eglise. Disponível em: http://www.leparisien.fr/societe/la-priere-pour-la-france-divise-l-eglise-15-08-2012-2125819.php
[8] Libération: Plus de 100.000 personnes dans la rue contre le mariage gay en France. Disponível em:http://www.liberation.fr/societe/2012/11/17/mariage-homosexuel-les-opposants-se-mobilisent-ce-week-end_861141. L’Express: Nouvelle manifestation contre le mariage gay à Paris. Disponível em:http://www.lexpress.fr/actualite/societe/nouvelle-manifestation-contre-le-mariage-gay-a-paris_1188800.html#T2Pjv06vxOWKCGuz.99. Le Monde: Plus de 100 000 personnes manifestent contre le “mariage gay”. Disponível em: http://www.lemonde.fr/societe/article/2012/11/17/forte-mobilisation-a-travers-le-pays-des-opposants-au-mariage-gay_1792315_3224.html
[10] La Manif Pour Tous. Site oficial: http://www.lamanifpourtous.fr/fr/
[12] Le Figaro: Hollande : un président très entouré de francs-maçons. Disponível em:http://www.lefigaro.fr/politique/2012/12/07/01002-20121207ARTFIG00503-hollande-un-president-tres-entoure-de-francs-macons.php
[13] Le Parisien: Manif pour tous : un grand succès et des polémiques. Disponível em:http://www.leparisien.fr/espace-premium/air-du-temps/manif-pour-tous-un-grand-succes-et-des-polemiques-25-03-2013-2668445.php
[14] Préfecture de Police de Paris. Communique de presse sur le projet de manifestation du 24 mars. Disponível em: http://mobile.prefecturedepolice.interieur.gouv.fr/Actualites/Evenement/Communique-de-presse-sur-le-projet-de-manifestation-du-24-mars
[15] Le Nouvel Observateur: Manif pour tous : gaz lacrymo, images choc et une victoire pour Frigide Barjot. Disponível em: http://leplus.nouvelobs.com/contribution/805559-manif-pour-tous-gaz-lacrymo-images-choc-et-une-victoire-pour-frigide-barjot.html; 20 Minutes: Manif Pour tous»: Revivez la journée de dimanche en direct. Disponível em: http://www.20minutes.fr/societe/1124579-live-20130324-manif-tous-tirs-gaz-lacrymogenes-circulation-coupee-abords-champs-elysees; Le Parisien: Manif pour tous : Boutin veut la démission de Valls. Disponível em: http://www.leparisien.fr/societe/manif-pour-tous-christine-boutin-victime-de-gaz-lacrymogene-24-03-2013-2666903.php
[16] NovoPress: Violences policières de la Manif pour tous : le gouvernement français devra s’expliquer devant le Comité des ministres du Conseil de l’Europe. Disponível em: http://fr.novopress.info/136727/violences-policieres-de-la-manif-pour-tous-le-gouvernement-francais-devra-sexpliquer-devant-le-comite-des-ministres-du-conseil-de-leurope/
[17] Le Salon Beige: La manif pour tous en direct. Disponível em:http://lesalonbeige.blogs.com/my_weblog/2013/05/26-mai-la-manif-pour-tous-en-direct-actualisez-votre-page.html. Le Nouvelles de France: En direct de la Manif pour Tous du 26 / Frigide Barjot vomit sur LMPT et le Printemps français / La police annonce 150 000 personnes. Disponível em: http://www.ndf.fr/article-2/26-05-2013/en-direct-de-la-manif-pour-tous-du-26
[18] Rouge et Noir: Manifestation du 26 mai 2013. Disponível em: http://www.lerougeetlenoir.org/les-breves/direct-manifestation-du-26-mai-2013
[19] Veja: Protesto contra casamento gay em Paris termina em confronto. Disponível em:http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/protesto-contra-casamento-gay-em-paris-termina-em-confronto. G1: Protesto contra o casamento gay termina em violência na França. Disponível em: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/protesto-contra-o-casamento-gay-termina-em-violencia-na-franca.html
[20] Le Salon Beige: Les voyous d’hier ont agi en complicité avec la police. Disponível em:http://lesalonbeige.blogs.com/my_weblog/2013/05/les-voyous-dhier-ont-agi-en-complicit%C3%A9-avec-la-police.html
[21] Idem.
[22] Newsring: Béatrice Bourges : «La présence de Copé hier est clairement une tentative de récupération politique». Disponível em: http://www.newsring.fr/politique/4001-les-anti-mariage-gay-peuvent-ils-faire-perdre-lump/55513-beatrice-bourges-la-presence-de-cope-hier-est-clairement-une-tentative-de-recuperation-politique
[23] Le Salon Beige: Rafle devant le lycée Buffon à Paris. Disponível em:http://lesalonbeige.blogs.com/my_weblog/2013/05/interpellations-devant-le-lyc%C3%A9e-buffon-%C3%A0-paris.html
[24] Idem.
[25] L’Observatoire de la Christianophobie: Le Forum Catholique piraté… Disponível em:http://www.christianophobie.fr/breves/le-forum-catholique-pirate
[26] MetroNews: Argenteuil : alerte à la bombe dans les locaux de Civitas. Disponível em:http://www.metronews.fr/paris/argenteuil-alerte-a-la-bombe-dans-les-locaux-de-civitas/mmeA!eqL1VEuBRT2c/. Riposte-Catholique: Menace d’attentat à la bombe contre Civitas… Disponível em: http://www.riposte-catholique.fr/obs-de-la-christianophobie/menace-dattentat-a-la-bombe-contre-civitas#.UaU3gtLVDoI

Robson Carvalho edita o blog Annales Historiæ.v

23 abril 2013

Ativistas do Femen invadem conferência e jogam água em arcebispo

Ativistas seminuas do grupo feminista Femen invadiram uma conferência em uma universidade de Bruxelas. Durante o ato, manifestantes jogaram água no arcebispo de Mechelen-Bruxelas, Andre-Joseph Leonard. O religioso não reagiu e evitou olhar para as ativistas.

O protesto foi contra a homofobia, de acordo com agências internacionais. No fim da manifestação, o arcebispo beijou uma imagem da Virgem Maria ao deixar a sala.
Nascido na Ucrânia e com filiais em vários países (incluindo o Brasil e nações de maioria islâmica), o Femen costuma fazer campanhas pelos direitos das mulheres e de minorias. Uma de suas bandeiras é a defesa do casamento gay. O grupo também já realizou atos contra os casos de pedofilia na Igreja.

02 abril 2013

Mais de um milhão de franceses marcham novamente contra o “casamento” homossexual


24-03-2013: a manifestação vista desde a dianteira
24-03-2013: a manifestação vista desde a dianteira
PARIS — A imensa Avenue de la Grande Armée – que vai do Arco do Triunfo até a ponte que comunica Paris com La Défense – foi pequena para conter a multidão que se manifestou mais uma vez contra o projeto socialista de “casamento” homossexual que o equipara ao casamento normal e permite a adoção de crianças por casais sodomíticos.
Nem mesmo os organizadores aguardavam tamanha adesão.
Após idêntica manifestação realizada no 13 de janeiro, supunha-se uma certa diminuição, devido à proximidade das datas.
Uma contagem mais ponderada, organizada pelo general de exército Bruno Dary, ex-governador militar de Paris, estimou então o comparecimento entre 800 mil e 900 mil pessoas.

24-03-2013: a manifestação vista desde o fundo
24-03-2013: a manifestação vista desde o fundo
Desta vez, o número resultou muito superior a olhos vistos.
Enquanto a polícia estipulou “pelo menos 300 mil”, mas avisando que revisaria seus cálculos, os organizadores falaram em 1 milhão e 400 mil.
O deputado da UMP (centro-direita) Henri Guaino foi um dos muitos políticos presentes – eles sempre aparecem quando o vento é favorável – e disse: “Em 13 de janeiro, vós éreis um milhão. Hoje vós sois ainda mais numerosos” – segundo publicou “Le Figaro”.
A Prefeitura de Paris, nas mãos de um grande propulsor da agenda homossexual e do socialismo, interditou a manifestação na prestigiosa avenida dos Champs Elysées, cônscio de que se a permitisse contribuiria para abrilhantar ainda mais a marcha de protesto contra o casamento antinatural.
Contudo, os Champs Elysées não teriam sido suficientes para tanta gente.
A juventude muito presente comunicava entusiasmo
A juventude muito presente comunicava entusiasmo
Tal foi o comparecimento, que a polícia precisou liberar a Avenue Foch, outra imensa artéria que vai desde o Arco do Triunfo até o Bois de Boulogne, e a Avenue Carnot.
Satélites capturaram com sensores de calor a área ocupada pelos manifestantes nessas grandes avenidas e nas ruas adjacentes:oito quilômetros de ruas inteiramente cheias!
Mais importante do que o número foi o entusiasmo e o fervor dos participantes.
Uma não explicada ojeriza e até proibição da parte dos organizadores ao uso de cartazes, bandeiras, símbolos não-oficiais, cânticos e slogans, bem como de outras formas de exprimir entusiasmo, na prática não conseguiu se impor.
Muitos apoios desde os prédios
Muitos apoios desde os prédios
Ordeiros, mas aguerridos, os mais distintos grupos vindos de toda aFrança cantavam, agitavam bandeiras de suas regiões, erguiam cartazes feitos em casa, faziam rufar caixas e tambores.
Os slogans espontâneos abandonaram a linguagem “politicamente correta” dos slogans oficiais: “Hollande, demite-te”, “Hollande, não queremos a tua lei”.
Uma confusão episódica envolveu 200 ou 300 manifestantes e a polícia.
Socialismo desabafou sua impotência
Socialismo desabafou sua impotência
Esta utilizou gases lacrimogêneos e força excessiva, mas o fato passou desapercebido para a imensa concentração.
Na hora da dispersão, tornou-se inevitável utilizar a contígua Avenue Champs Elysées, que ficou repleta de manifestantes voltando para suas casas.
O fato serviu de pretexto para a polícia, que sob ordem do governo socialista carregou contra os populares, bem no espírito da falsa tolerância da agenda homossexual!
Clero jovem participou
Clero jovem participou
Este episódio tangencial foi explorado pela grande imprensa para desviar a atenção do público do aspecto central do evento: majoritariamente católico e conservador, o povo francês recusa o “casamento” homossexual.
Houve manifestações análogas e simultâneas em muitas cidades da França, bem como diante de embaixadas, consulados e órgãos oficiais franceses em numerosos países, inclusive em locais inimagináveis como o Dubai, o Congo e o Afeganistão.
1.400.000 contra o 'casamento' homossexual
1.400.000 contra o ‘casamento’ homossexual
Os conchavos políticos continuam e os parlamentares deesquerda se apressam para passar no mês de abril um projeto à revelia da vontade popular.
Por sua vez, nenhuma autoridade eclesiástica de relevo, naFrança ou no Exterior, se destacou pela adesão a um protesto popular em defesa de princípios essenciais da Lei de Deus, dos Evangelhos e do Direito Natural.
1.400.000 contra o 'casamento' homossexualConsiderando manifestações como essas de 24 de março e 13 de janeiro, ainda que o projeto passar, ficará patente para a História que sua aprovação se deveu a confabulações entre políticos e eclesiásticos deesquerda.
Na aprovação dessa lei em nada foi respeitado o sentimento da esmagadora maioria do povo francês.

01 abril 2013

Mais uma! “Igreja dos games”




Folha de São Paulo

Imagine um local apinhado de telões, consoles de videogame e algumas dezenas de computadores potentes, prontos para rodar no máximo qualquer jogo de última geração.
Poderia ser uma sala de uma feira de games ou um espaço dentro de uma grande produtor, mas você acabou de ler a descrição de uma igreja.
“Nada de leituras extensas da Bíblia ou confissões e penitências. Apenas queremos reunir fãs de games sob a palavra de Jesus” diz a descrição da Game Church, a “Igreja dos Games”, que tem um estande montado na PAX East, feira de jogos eletrônicos que acontece em Boston (EUA)
Nossas salas parecem saídas dos filmes ‘Blade Runner: o Caçador de Androides’ ou ‘O Vingador do Futuro’”, diz o panfleto da igreja.
“Espere, mas eu posso ser cristão e matar zumbis, ou atirar em alguém? Isso não é hipócrita? Nós somos hipócritas. Todo ser humano é. Mas os videogames não são o problema” diz Mike e Bridges, fundador da Game Church. Este e outros temas, como sexo, amor e vício são abordados nos encontros.
A única sede da Game Church está na cidade praiana de Ventura, no estado da Califórnia, a cerca de 1h de Los Angeles. Mas Bridges quer levar a palavra de Jesus para jogadores de todo o país e, quem sabe, de todo o mundo.
“Ele ama os gamers! Eu acredito que Jesus jogaria comigo no “World of Warcraft” se vivesse hoje”, completa Bridges.

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