Confira conteúdo que foi sugerido pelo
Pe. Chrystian Shankar para estudo e conhecimento geral da Ideologia de Gênero:
01 – A AGENDA DE GÊNERO – Redefinindo a Igualdade
Condensado da obra de Dale O’Leary
“The Gender Agenda” – 1997, Vital Issues Press, Lafayette, Lousiana
Acesse:
www.votopelavida.com/agendagenero (Copie, imprima e distribua para os professores da escola do seu filho).
02 – A IDEOLOGIA DO GÊNERO: SEUS PERIGOS E ALCANCES
Comissão Ad-Hoc da Mulher – Comissão Episcopal do Apostolado Leigo – Conferência Episcopal Peruana
Acesse:
www.img.cancaonova.com/noticias/pdf/281960_IdeologiaDeGenero_PerigosEAlcances_ConferenciaEpiscopalPeruana (Você não pode deixar de ler. Imprima e divulgue o máximo!!!)
Assista no youtube a este vídeo-aula que aborda as Origens Históricas e Filosóficas da Ideologia de Gênero:
NÃO DEIXE DE ASSISTIR A TODO ESSE VÍDEO!
Compreenda a fundo o que é a Ideologia de Gênero.
Questão da Ideologia de Gênero
Gênero, orientação sexual e identidade de gênero são palavras que
você, certamente, já escutou onde esperaria encontrar o termo masculino e
feminino. Mas cuidado, porque novos termos no linguajar social podem
tentar esconder uma ideologia que visa desconstruir o modelo de família e
sociedade como a conhecemos hoje.
“A ideologia de gênero é uma tentativa de afirmar para todas as
pessoas que não existe uma identidade biológica em relação à
sexualidade. Quer dizer que o sujeito, quando nasce, não é homem nem
mulher, não possui um sexo masculino ou feminino definido, pois, segundo
os ideólogos do gênero, isto é uma construção social”, diz o médico
chileno, especialista em bioética, Dr. Christian Schnake.
Por que uma ideologia?
Segundo estudiosos, o conceito de ‘gênero’ está sendo sugerido em
muitos lugares como uma verdade científica, mas esconde uma teoria
político-social, cujas raízes estão na filosofia marxista de luta de
classes, na qual, segundo o filósofo alemão Frederick Engels, na sua
obra “A Origem da Família, da Propriedade e do Estado”, escrita em 1884,
“O primeiro antagonismo de classes da história coincide com o
desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher unidos em
matrimônio monogâmico; e a primeira opressão de uma classe por outra,
com a do sexo feminino pelo masculino”.
Na gênese da ideologia de gênero, está o movimento feminista radical
dos anos 60 e 70, que, apoiado na filosofia marxista citada acima e nas
idéias da filósofa francesa Simone de Beauvoir – a qual disse: “ninguém
nasce mulher, mas sim torna-se mulher” -, chegou até as conferências da
ONU (Organização das Nações Unidas) sobre a mulher no Cairo (1994) e em
Pequim (1995).
Um documento da Conferência Episcopal Peruana (leia o documento) –
talvez o mais completo realizado sobre este tema em termos eclesiais –
revela que por trás desta ideologia está uma estrutura de desconstrução
social. “Está claro, portanto, que a meta dos promotores da ‘perspectiva
do gênero’, fortemente presente em Pequim, é o de atingir uma sociedade
sem classes de sexo. Para isso, propõem desconstruir a linguagem, as
relações familiares, a reprodução, a sexualidade, a educação, a
religião, a cultura, entre outras coisas”, cita o documento.
Para o médico Dr. Christian Schnake, já é possível ver os resultados
desastrosos desta idéia de desconstrução da família. “Nós vemos, hoje,
os jovens confusos no que se refere à sua identidade sexual, ou seja,
usando a sexualidade de qualquer maneira, de forma utilitarista, sem
contar o próprio conceito de ‘pai e de mãe’ que fica cada vez mais
distante de ser um referencial para esta juventude”, diz o especialista.
Resta claro que estamos diante de uma engrenagem que tenta mudar, a
todo custo e de forma velada, a estrutura da sociedade como a conhecemos
hoje. A pergunta que nós cristãos fazemos é: o que podemos esperar do
futuro? Como será a educação de nossas crianças, seus filhos e filhas?
Como resistir a mais uma ideologia que quer minar a moral cristã? Talvez
não tenhamos as repostas agora, mas recordamos a palavra de Bento XVI
quando ainda era professor universitário em 1968: “O futuro da Igreja,
também nesta ocasião, como sempre, ficará marcado de novo com o selo dos
santos”.
Ideologia de Gênero
www.sofos.wikidot.com/ideologia-de-genero
A Ideologia de Gênero, ou melhor dizendo, a Ideologia da Ausência de
Sexo, é uma crença segundo a qual os dois sexos — masculino e feminino —
são considerados construções culturais e sociais, e que por isso os
chamados “papéis de género” (que incluem a maternidade, na mulher), que
decorrem das diferenças de sexos alegadamente “construídas” — e que por
isso, não existem —, são também “construções sociais e culturais”.
Por exemplo, a feminista Gloria Steinem queixa-se da “falsa divisão
da natureza humana em ‘feminino’ e em ‘masculino’ (sic). E a escritora
francesa Simone Beauvoir pensou a gravidez como “limitadora da autonomia
feminina”, porque, alegadamente, “a gravidez cria laços biológicos
entre a mulher e as crianças, e por isso, cria um papel de género”.
A Ideologia de Género defende a ideia segundo a qual não existe
apenas a mulher e o homem, mas que existem também “outros géneros”; e
que qualquer pessoa pode escolher um desses “outros géneros”, ou mesmo
alguns desses “outros géneros” em simultâneo.
Segundo a socióloga alemã Gabriele Kuby,
“A Ideologia de Género é a mais radical rebelião contra Deus que é
possível: o ser humano não aceita que é criado homem e mulher, e por
isso diz: ‘Eu decido! Esta é a minha liberdade!’ — contra a experiência,
contra a Natureza, contra a Razão, contra a ciência! É a perversão
final do individualismo: rouba ao ser humano o que lhe resta da sua
identidade, ou seja, o de ser homem ou mulher, depois de se ter perdido a
fé, a família e a nação.
É uma ideologia diabólica: embora toda a gente tenha uma noção
intuitiva de que se trata de uma mentira, a Ideologia de Género pode
capturar o senso-comum e tornar-se em uma ideologia dominante do nosso
tempo.”
Em Dezembro de 2012, o Papa Bento XVI referiu, num discurso à cúria
romana, que o uso do termo “gênero” pressupõe uma “nova filosofia da
sexualidade”:
“De acordo com esta filosofia, o sexo já não é considerado um
elemento dado pela Natureza e que o ser humano deve aceitar e
estabelecer um sentido pessoal para a sua vida. Em vez disso, o sexo é
considerado pela Ideologia de Gênero como um papel social escolhido pelo
indivíduo, enquanto que no passado, o sexo era escolhido para nós pela
sociedade. A profunda falsidade desta teoria e a tentativa de uma
revolução antropológica que ela contém, são óbvias.
As pessoas [que promovem a Ideologia de Gênero] colocam em causa a
idéia segundo a qual têm uma natureza que lhes é dada pela identidade
corporal que serve como um elemento definidor do ser humano. Elas negam a
sua natureza e decidem que não é algo que lhes foi previamente dado,
mas antes que é algo que elas próprias podem construir.
De acordo a idéia bíblica da criação, a essência da criatura humana é
a de ter sido criada homem e mulher. Esta dualidade é um aspecto
essencial do que é o ser humano, como definido por Deus. Esta dualidade,
entendida como algo previamente dado, é o que está a ser agora colocado
em causa.
(…)
Quando a liberdade para sermos criativos se transforma em uma
liberdade para nos criarmos a nós próprios, então é o próprio Criador
que é necessariamente negado e, em última análise, o ser humano é
despojado da sua dignidade enquanto criatura de Deus que tem a Sua
imagem no âmago do seu ser.
(…)
A Ideologia de Gênero é uma moda muito negativa para a Humanidade,
embora se disfarce com bons sentimentos e em nome de um alegado
progresso, alegados direitos, ou em um alegado humanismo. Por isso, a
Igreja Católica reafirma o seu assentimento em relação à dignidade e à
beleza do casamento como uma expressão da aliança fiel e generosa entre
uma mulher e um homem, e recusa e refuta as filosofias de gênero, porque
a reciprocidade entre o homem e a mulher é a expressão da beleza da
Natureza pretendida pelo Criador.”
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Sexo ou gênero?
www.padrepauloricardo.org/episodios/sexo-ou-genero
A palavra “gênero”, em seu sentido ordinário, é apenas uma forma
delicada de expressar o “sexo” biológico das pessoas. Para o movimento
feminista, no entanto, a palavra tem outra conotação: a novilíngua
inventada pelo Gender Establishment fixa o termo “gênero” como um papel
socialmente construído, algo não dado biologicamente e cuja “identidade”
cada um é responsável por forjar. Tratar-se-ia, portanto, de uma coisa
distinta do que comumente se chama “sexo”.
Quando documentos da Organização das Nações Unidas ou textos
legislativos ao redor do mundo trazem em seu bojo a palavra “gênero”, é
preciso acionar o pisca-alerta. Este material, produzido por pessoas
pretensamente intelectualizadas, pretende introduzir uma espécie de
Cavalo de Troia nas constituições políticas nacionais, destruindo a
estrutura familiar natural e legitimando toda e qualquer espécie de
perversão sexual – desde que previamente consentida.
No Brasil, já há vários projetos de lei contendo esta palavra[1],
esperando apenas a votação do Poder Legislativo para entrar no sistema
normativo nacional e servir de instrumento a agentes comprometidos com a
agenda marxista revolucionária. O projeto de reforma do Código Penal
(PLS 236/2012), por exemplo, adiciona como “agravante do crime”, em seu
art. 75, o “preconceito de (…) orientação sexual e identidade de
gênero”; o Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012), já aprovado na
Câmara, estabelece como uma de suas diretrizes a “promoção da igualdade
(…) de gênero e de orientação sexual”; do mesmo modo, outros projetos,
visando alegadamente proteger a mulher da violência sexual, falam de
adicionar a agenda de gênero aos “conteúdos curriculares da educação
básica”.
Afinal, qual é o problema com esta palavra? Como já dito, o termo
“gênero” não traz em si nada de ofensivo. No entanto, como adverte um
panfleto distribuído pela “Coalizão pelas Mulheres e pela Família” à
época dos preparativos para a Conferência de Pequim (1995), “a palavra
‘gênero’ tornou-se politizada. Se vier a ser usado no texto, precisa ser
definida para que todos possam concordar com o que ela significa”[2].
Caso contrário, é melhor não usá-la. O título do panfleto deve tornar-se
um lema para os grupos pró-vida e pró-família na luta contra a
ideologia de gênero: “Gênero: defina-o ou não o use”.
É preciso dizer claramente que, em uma sociedade democrática, cuja
soberania é teoricamente exercida pelo povo, a destruição da família
tradicional é, tragicamente, uma possibilidade. No entanto, à luz da
doutrina da Igreja, que recorda que a complementaridade afetivo-sexual
do homem e da mulher é uma questão de direito natural, é impossível
atentar contra a instituição do casamento, fixada pelo próprio Deus no
início dos tempos[3], sem que se destrua a sociedade. Não bastasse a
audácia da proposta do Estabelecimento de Gênero, que declara guerra à
própria natureza humana, eles tentam promover sua agenda à revelia da
população mundial, enganada por uma “espiral do silêncio” midiática e
ludibriada por um discurso encapado de “diálogo democrático”. Os
ideólogos de gênero querem destruir a família, mas fazem-no
secretamente, sem que o povo, soberano, tenha consciência do que está
acontecendo.
Qual atitude deve ser tomada para combater esta perversidade? A
primeira arma é, sem dúvida, o estudo. Não é possível entrar na guerra
cultural sem fazer o dever de casa, coisa que o Gender Establishment já
fez – de modo bem feito e há muito tempo. Para entender como esta
coalizão maligna trabalha, é preciso recorrer às obras que ela produz e
aos textos que ela engendra, por exemplo, na ONU. A Conferência de
Pequim já traz, em seus documentos oficiais, a palavra “gênero”.
Tratou-se do resultado de um trabalho meticulosamente articulado, como
se conclui da leitura do livro “The Gender Agenda”, de Dale O’Leary,
traduzido em espanhol e disponibilizado, abaixo, na íntegra.
Friedrich Engels, Margaret Sanger, Sulamita Firestone e Judith Butler
são nomes de apenas algumas personagens que, agindo nos bastidores,
contribuíram – ou têm contribuído – enormemente para a causa de gênero. A
este trabalho demoníaco é preciso opor a resistência dos filhos da luz.
Para elas, é um ofício muito mais penoso legitimar suas idéias, já que,
sendo fruto apenas da produção ideológica, precisam ser sustentadas por
um novo vocabulário e um novo imaginário social. Com os cristãos, ao
contrário, está a verdade, com sua força própria e fora de cujo
conhecimento nenhum homem pode ser genuinamente livre[4].
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tema Ideologia de Gênero é abordado de maneira simples e objetiva. Você
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Referências:
[1] Projetos de Lei que pretendem introduzir o conceito de gênero na legislação brasileira
[2] Cf. “A não definição de gênero” in A agenda de gênero – Redefinindo a igualdade, condensado da obra de Dale O’Leary
[3] Cf. Gn 2, 24: “Por isso, o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne”.
[4] Cf. Jo 8, 32: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos livrará”.
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fonte http://www.pechrystianshankar.com.br/