24 março 2020

Mulheres deprimidas e sem família: o desastre do feminismo


Intelectuais feministas que afirmam conhecer a fórmula para que as mulheres sejam felizes estão formando gerações de meninas que chegarão aos 40 anos, talvez com uma vida profissional bem-sucedida, mas acordando para a realidade da solidão e percebendo que, por terem acreditado em falsas teorias de libertação e empoderamento, negaram a si mesmas a oportunidade de viver facetas fundamentais na vida de uma mulher: ser esposa e mãe.

Recentemente, um amigo que trabalha com o governo dos Estados Unidos atendendo emergências de saúde mental, me disse que, dos casos que já tratou, um dos mais comuns é o de mulheres com mais de 40 anos com depressão, porque estão sozinhas e não têm família.
Essa conversa me lembrou os longos papos que tive com um psicólogo colombiano que me disse que chega um momento em que as mulheres começam a privilegiar uma vida familiar mais bem-sucedida do que o sucesso no trabalho, mas que, infelizmente, às vezes esse momento chega tarde demais, quando não há tempo para começar uma família.
Embora as intelectuais do feminismo insistam em dizer que não é necessário ter um homem ou uma família para serem felizes, e as mais radicais inclusive garantem que o ‘casamento e os filhos escravizem as mulheres, impedindo-as de serem livres e alcançar a felicidade, na vida real’, suas teorias não parecem funcionar.
Quanta razão tinha Ludwig von Mises quando falou sobre a importância do casamento e da família para uma mulher:
“Não se pode alterar por decreto as diferenças de caráter e destino de cada sexo, bem como as outras diferenças entre os seres humanos (…) O casamento não priva as mulheres de sua liberdade interior, mas essa característica de seu caráter significa que elas precisam entregar-se a um homem e que o amor pelo marido e pelos filhos consome o melhor de suas energias. (…) Com a supressão do casamento, as mulheres não são mais livres ou felizes, são simplesmente privadas do que é substancial em suas vidas, sem dar-lhes nada em troca.”
Historicamente, as mulheres sempre exerceram o papel de cuidadoras. Ainda hoje, quando uma mulher pode estudar o que quiser e se dedicar à profissão que deseja, continuam decidindo de acordo com sua natureza, preferindo ciências sociais e evitando números. Nada disso é gratuito, somos mais hábeis em comunicar e ouvir, temos mais empatia.
Também o tipo de trabalho que as mulheres decidem ter é fortemente determinado pela biologia e pelo instinto materno. Muitos optam por deixar o emprego por longos períodos, ocupar cargos de meio período ou trabalhar em atividades que possam desenvolver em suas casas, porque seu instinto materno as faz privilegiar estar com seus filhos antes de qualquer outra coisa. Porque elas sabem que ninguém vai cuidar deles melhor do que elas.
Não há mulher que não conheça os sacrifícios de ser mãe; no entanto, mesmo assim, todas as mães preferem deixar suas coisas em segundo lugar para dar vida e formar uma família.
A força biológica que faz as mulheres se comoverem cada vez que veem uma criança na rua, o instinto que as faz se preocuparem em ter certa idade porque ficam sem tempo para ter o bebê com o qual sonhavam desde que eram meninas brincando com bonecas, e que as empurram a deixar de lado suas carreiras, ocupações e outros sonhos, nada mais e nada menos que a força que, ao longo da história da humanidade, influenciou o comportamento das mulheres, é a que quer negar o feminismo.
Esses movimentos, com supostos intelectuais que pretendem libertar as mulheres, as convenceram sobre muitas coisas completamente não naturais. Eles dizem que uma criança não é a maior felicidade da vida, mas um estorvo que impede a autorrealização. Eles transformaram a figura do marido, o ser mais amado, a quem se dedica toda a confiança, que é refúgio e fortaleza, em um inimigo. E sem nenhuma vergonha, eles ousaram afirmar que o lar é o lugar mais perigoso para uma mulher.
Eles até convenceram muitas mulheres de que matar seus próprios filhos é bom, que um aborto é como arrancar um dente.
Hoje, existem muitas mulheres que veem sua vida como uma competição contínua com os homens. O cônjuge deixou de ser um parceiro para o qual são feitos sacrifícios mútuos a fim de alcançar objetivos comuns e tornou-se um ser com o qual se deve ter cuidado porque “todos os homens são potencialmente perigosos” e, no final, esses intelectuais acabam apenas roubando das mulheres seus melhores anos.
Hoje, muitas jovens têm em mente que uma criança é uma desgraça e, na melhor das hipóteses, acreditam que não podem ter uma família até que tenham feito um pós-doutorado e sejam milionárias.
Por que desperdiçar a vida fazendo sacrifícios por outra pessoa e adaptando meus planos aos de um homem? Por que cuidar de crianças quando você pode sair e conquistar o mundo? Por que se esforçar para construir relacionamentos longos, compreendendo o outro, perdoando e cedendo, se existe sexo casual? Essa é a ideia que eles venderam para as jovens hoje.
Só que, inevitavelmente, para a maioria chegará o momento em que necessitará do calor de um lar e da esperança que uma criança traz à vida. Algumas se dão conta a tempo, para outras, será tarde demais quando acordarem das fantasias da suposta libertação que os pós-modernistas lhes venderam.
Pode haver mulheres que conscientemente – por diferentes razões – não querem ter filhos ou formar um lar. Também está claro que existem mulheres que, devido às circunstâncias da vida, não podiam ter filhos ou constituir família, e ainda assim foram felizes. Mas o caso é diferente daquela que, acreditando em histórias feministas, ao longo de sua vida vê os homens como um perigo potencial e a maternidade como um obstáculo.
Essas jovens, envenenadas pelas novas teorias, terão evitado formar uma família, porque lhes disseram que não valia a pena fazer sacrifícios por outra pessoa, que “ceder” em um relacionamento era humilhar-se diante de um homem, acreditando que ser feliz era apenas uma questão de ter um bom trabalho, e um dia, quando a solidão explodir em seus rostos, elas perceberão que mentiram para elas e que passaram anos “se defendendo” de um suposto inimigo que não existia. Que passaram anos evitando a questão mais importante da vida: a família.
Elas nem sequer tentaram – diferente é a situação daquelas que, por razões de vida, falharam em formar uma família. Falamos de mulheres que veem o homem como um inimigo e que acreditaram nessas ideias absurdas de que a liberdade é não se comprometer e não ter filhos.
Esta matéria foi originalmente publicada em PanAm Post

Case-se com um homem que ama a Deus mais do que ama você!


Onde estão esses homens? Será que ainda existem? Encontrar o homem ideal não é tão simples como em contos de fadas, onde o príncipe vem em resgate da donzela em perigo para salvá-la de algum feitiço maligno. Ou como na história da Cinderela, em que, de forma milagrosa, o sapato de cristal se encaixava perfeitamente e ela encontra o homem dos seus sonhos. 

Encontrar um homem não poderia ser menos complicado do que o desafio de achar sapatos que sirvam bem   
No mundo de hoje, ao contrário dos contos de fadas, seria maravilhoso encontrar o homem ideal com a facilidade com que você vai às vitrines das lojas escolher o melhor par de sapatos para um baile de gala.   
Dedicar a tarde toda para encontrar o sapato mais adequado e sensacional que você vai usar no dia do evento; buscando o tamanho certo, a cor, um modelo confortável e, o mais importante, um que a deixe feliz com a escolha que fez. 
Mas, infelizmente, encontrar um homem com as qualidades que você sonha –  gentil, confiável, compreensivo, grato, interessado em seu bem-estar, que entenda a importância do trabalho – não é tão simples como escolher sapatos, ainda mais se você quer este homem seja genuíno no quesito espiritualidade. 
Encontrá-lo é um desafio elevado a qualquer potência 
Potenciação é um termo relacionado com ao verbo “potenciar”. Esta ação, por sua vez, consiste em fornecer poder ou potência (força e capacidade) a alguma coisa. Analisando a definição de potenciação, percebemos que encontrar um homem com as qualidades desejadas, que se adeque a você e ame a Deus mais do que ama você, torna-se um desafio elevado a qualquer potência. 
Portanto, essa busca dá a você o poder que precisa para ter a força de caráter para identificar o homem ideal e lhe dá a capacidade de decidir com base nas opções que você encontrar ou que se apresentarem. 
Encontrar um homem que ama a Deus mais do que ama você é o verdadeiro desafio 
As mulheres, em sua maioria, são românticas por natureza e gostam de se sentir o número um na vida do homem que a ama. Então, por que uma mulher desejaria que um homem a colocasse na posição número dois, deixando Deus como o número um? Por que você deveria querer encontrar um homem que ama a Deus mais do que ama você? Embora, inicialmente, pareça não ter muita lógica, tem e lhe convém.
David Todd Christofferson disse: “O mundo e as mulheres clamam por homens, homens que estejam desenvolvendo sua capacidade e seus talentos, que estão dispostos a trabalhar e a fazer sacrifícios, que ajudam os outros a alcançar felicidade… [Eles] estão clamando: ‘Erguei-vos, ó homens de Deus!’.” 
Se ele realmente ama a Deus, a forma com que irá tratá-la será honesta e real   
Uma das primeiras qualidades que chama atenção é a forma genuína com que ele trata os outros e você,  o amor deve ser demonstrado por palavras e ações. Esse homem, se foi feito para você, deve se comportar de tal forma, que sua maneira de interagir com os outros e com você seja genuína e real em diferentes situações.   
Há uma infinidade de lugares e maneiras pelas quais você pode começar observar se os pensamentos e palavras dessa pessoa são condizentes com suas atitudes. Se você avaliar cuidadosamente, será capaz de identificar como seu verdadeiro eu vem à tona, ou se seus atos bondosos são apenas de fachada para impressioná-la.
Por exemplo, dê a si mesma a oportunidade de observar além do que pode ser visto. Quando um homem ama a Deus, seus pensamentos, sentimentos e ações são congruentes. Preste atenção na forma com ele age com as pessoas na rua, com garçons no restaurante, sua reação em eventos esportivos e como ele trata seus amigos e familiares. 
Avalie o que ele pensa sobre diferentes assuntos e com que frequência cultiva seu intelecto e seu espírito. Dois pontos de suma importância que você deve considerar: se ele é grato e respeitoso.  Se esse homem ama a Deus, você sentirá a veracidade de seu amor e bondade fluírem de dentro dele, de maneira genuína, para você e para os outros. 
Use as lentes adequadas para distinguir quem ama de quem não ama a Deus 
O mais incrível é conhecer uma pessoa que reúna todas as qualidades, não digo que deva ser perfeito sendo humano com erros e defeitos, mas se o homem ama a Deus, qualquer coisa que ele pense, sinta ou faça pode ser visto em sua constância e em seu caráter nobre e reto. Seu amor por Deus e por você terá impacto de geração em geração, de laços genuínos de amor, alcançando felicidade e propósito, mesmo diante dos problemas da vida. 
Torna-se mais fácil encontrar um homem que entende o seu papel e exerça-o, e que ame a Deus mais do que ame você, se forem usadas as lentes certas para distinguir quem O ama de quem não O ama. 
Jeffrey R. Holland , Ph.D. pela Universidade de Yale, ajuda-nos a identificar com clareza o tipo de homem que não ama a Deus e muito menos você: “Num relacionamento de namoro, não gostaria que vocês passassem cinco minutos sequer com alguém que os menosprezasse, que os criticasse constantemente, que fosse cruel com vocês e chamasse isso de humor.”  
Tenha cuidado para não ficar olhando apenas através das lentes do romantismo e se deixar levar por frases lisonjeiras e detalhes românticos excessivos, e embora não seja algo totalmente negativo, pode ser apenas dissimulação e não a verdadeira essência da pessoa. 
Quando o homem ama a Deus mais do que ama você, você saberá 
Se ele não estiver encenando para impressioná-la, você começará a ver e ouvir sua voz interior dizendo que esse homem é verdadeiramente sincero. Portanto, ele irá tratá-la de maneira respeitosa e amável. Não o deixe ir! 
Neste ponto decisivo, uma introspecção poderá ser de grande ajuda, ao analisar e avaliar as suas possibilidades. Ouça sua voz interior, e para obter as respostas que precisa, de forma adequada, você deve ter paz no coração, apegar-se às ideias corretas e reconhecer seu próprio valor como pessoa.   
Lembre-se da perfeita tríade: sentimentos, pensamentos e ações, que são congruentes com o interior e o exterior. Desta maneira inequívoca, você verá o potente benefício de encontrar um homem que ama a Deus mais do que ama você. 
No Brasil: Familia.com.br

Este é o testemunho de Ralph Martin: um dos grandes líderes para o surgimento da RCC em Duquesne

https://youtu.be/YTW2Ms-8tS8

Este é o testemunho de Ralph Martin: Convertido à Jesus num retiro do Cursilho de Cristandade em 1965, esteve em Pittsburgh em 1966, na Universidade de Duquesne, onde pregara um retiro a um grupo de amigos ligados a Associação Chi Ro. Entregou a alguns deles os livros “A Cruz e o Punhal” e “Eles falam em outras línguas”. Isto provocou uma série de eventos que culminou no fim-de-semana de Duquesne (1967). Ralph (batizado no Espírito em 65), viu-se confirmado por aquele grupo de irmãos e deu sequência na consolidação e expansão da experiência Pentecostal Católica.

Veja este testemunho tremendo!

Introdução ao estudo das Sagradas Escrituras (Parte 01): Noções gerais, Divisão Bíblica e o Cânon Bíblico


Resultado de imagem para história da sagrada escritura

Olá irmãos! Graça e Paz a todos vocês!

A intenção desse estudo é apenas proporcionar algumas informações mais relevantes para aquilo que se diz sobre a Palavra de Deus! Talvez muita coisa que você lerá aqui já deve ter visto na Catequese, Crisma ou mesmo no processo formativa da Renovação Carismática Católica! Mesmo assim, vamos lá!

1. Noções Gerais.

Salmo 118, 105 nos diz: Tua Palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho.

        De fato, a Sagrada Escritura é para nós cristãos e para todos aqueles que assim desejarem, LUZ para os nosso pés, para o nosso caminho, para as nossas tomadas de decisões, para as nossas escolhas e opções! Neste mundo perverso como nos alerta São Pedro (Atos 2, 40), que é trevas e que está sob o controle do Maligno (I João 5, 19) necessitamos da direção celeste que é luz para nós!

Em Hebreus 4, 12-13 a Bíblia nos diz:

Porque a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes e atinge até a divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração. Nenhuma criatura lhe é invisível. Tudo é nu e descoberto aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.

       É assim a ação da Palavra de Deus, sob a direção do Espírito Santo: alcança o alvo, entra no coração, conhece os segredos mais íntimos e distantes do coração humano e nos faz tomar a decisão ou não pelo Senhor!

   O apóstolo Paulo nos traz uma realidade que ele vivenciou para com Timóteo, diante do conhecimento das Sagradas Escrituras que vale a pena conhecermos a sua finalidade e sua função para o cristão. Está em II Timóteo 3, 14-17:

Tu, porém, permanece firme naquilo que aprendeste e creste. Sabes de quem aprendeste. E desde a infância conheces as Sagradas Escrituras e sabes que elas têm o condão de te proporcionar a sabedoria que conduz à salvação, pela fé em Jesus Cristo.Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra.
Aqui vale a pena fazer algumas observações:

  • O objetivo da Sagrada Escritura é trazer o conhecimento da pessoa de Jesus Cristo que salva o homem;
  • A inspiração das Sagradas Escrituras NÃO É HUMANA, MAS DIVINA: DEUS É O SEU AUTOR ATRAVÉS DO ESPÍRITO SANTO;
  • A Bíblia tem algumas utilidades importantíssimas: ensinar, repreender, corrigir e formar na justiça;
  • Com o conhecimento das Sagradas Escrituras os homens de Deus estão capacitados para a prática das boas obras.
      A palavra BÍBLIA que damos a esse conjunto de livros (Antigo e Novo Testamento), é um substantivo grego plural (BÍBLOS) que significa LIVROS. De fato, a Bíblia é uma verdadeira biblioteca para nós cristãos!

       Na própria Sagrada Escritura, temos algumas expressões, termos ou nomenclaturas que se referem a ela (Lc 4,16-21; Hb 4, 12; II Pedro 1, 20-21; Mt 7, 12; Josué 1,8): SAGRADA ESCRITURA, ESCRITURAS, PALAVRA DE DEUS, A LEI E OS PROFETAS, LIVRO DIVINO, LIVRO DA LEI, LIVROS SAGRADOS, ...
        A nomenclatura ou expressão BÍBLIA para o livro que hoje todos nós cristãos chamamos a este livro sagrado que usamos foi criada pela Igreja Católica. Quem usou ela primeira vez a palavra BÍBLIA para se referir às Sagradas Escrituras foi São João Crisóstomo (santo católico!), no século IV d. C.
      Quando a Sagrada Escritura foi escrita, não havia papel como hoje, muito menos as máquinas, impressoras ou computadores. A Sagrada Escritura foi primeiramente vivenciada pelo povo eleito para depois ser escrita! Ela foi escrita a mão, e em diversos materiais, como a cerâmica, o papiro e o pergaminho.

2. Divisão Bíblica (Organização da Sagrada Escritura)


A Bíblia é formada pelos seguintes livros:
  • Antigo Testamento: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias, Tobias, Judite, Ester, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes (ou Coélet), Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico (ou Sirácida), Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
  • Novo Testamento: Mateus, Marcos, Lucas, João, Atos dos Apóstolos, Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 Tessalonicenses, 2 Tessalonicenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo, Tito, Filêmon, Hebreus, Tiago, 1 Pedro, 2 Pedro, 1 João, 2 João, 3 João, Judas e Apocalipse.
Portanto, o Antigo Testamento é formado por 46 livros e o Novo Testamento reúne 27 livros.

A Bíblia foi escrita em três línguas diferentes: o hebraico, o aramaico e o grego (Koiné). Quase a totalidade do Antigo Testamento foi redigida em hebraico, embora existam algumas palavras, trechos ou livros em aramaico e grego. Quanto ao Novo Testamento, este foi completamente redigido em grego - a única exceção parece ser o livro de Mateus, originariamente escrito em aramaico, contudo esse original foi perdido de maneira que resta-nos hoje a versão em grego.

3. O cânon bíblico

       Quantas vezes você já ouviu de algum protestante a afirmação de que a Igreja Católica teria acrescentado vários livros apócrifos à Bíblia durante o Concílio de Trento, no séc. XVI? Quando eles falam isso, estão querendo se referir a sete livros do Antigo Testamento que não se encontram em suas bíblias: Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc e os dois livros dos Macabeus (além de alguns trechos dos livros de Daniel e Ester). Porém, a própria História - que é imutável - desmente tal argumento, vistos os testemunhos abaixo:
  • "Cânon 36 - Parece-nos bom que, fora das Escrituras canônicas, nada deva ser lido na Igreja sob o nome 'Divinas Escrituras'. E as Escrituras canônicas são as seguintes: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reinos1, dois livros dos Paralipômenos2, Jó, Saltério de Davi, cinco livros de Salomão3, doze livros dos Profetas4, Isaías, Jeremias5, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, dois livros de Esdras6 e dois [livros] dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos7, um [livro de] Atos dos Apóstolos, treze epístolas de Paulo8, uma do mesmo aos Hebreus9, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João.10 Sobre a confirmação deste cânon se consultará a Igreja do outro lado do mar11. É também permitida a leitura das Paixões dos mártires na celebração de seus respectivos aniversários12" (Concílio de Hipona, 08.Out.393).

  • "Parece-nos bom que, fora das Escrituras canônicas, nada deva ser lido na Igreja sob o nome 'Divinas Escrituras'. E as Escrituras canônicas são as seguintes: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reinos, dois livros dos Paralipômenos, Jó, Saltério de Davi, cinco livros de Salomão, doze livros dos Profetas, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, dois livros de Esdras e dois [livros] dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos, um [livro de] Atos dos Apóstolos, treze epístolas de Paulo, uma do mesmo aos Hebreus, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João12. Isto se fará saber também ao nosso santo irmão e sacerdote, Bonifácio, bispo da cidade de Roma, ou a outros bispos daquela região, para que este cânon seja confirmado, pois foi isto que recebemos dos Padres como lícito para ler na Igreja" (Concílio de Cartago III (397) e Concílio de Cartago IV (419)).

  • "Tratemos agora sobre o que sente a Igreja Católica universal, bem como o que se dever ter como Sagradas Escrituras: um livro do Gênese, um livro do Êxodo, um livro do Levítico, um livro dos números, um livro do Deuteronômio; um livro de Josué, um livro dos Juízes, um livro de Rute; quatro livros dos Reis13, dois dos Paralipômenos; um livro do Saltério; três livros de Salomão: um dos Provérbios, um do Eclesiastes e um do Cântico dos Cânticos; outros: um da Sabedoria, um do Eclesiástico. Um de Isaías, um de Jeremias com um de Baruc e mais suas Lamentações, um de Ezequiel, um de Daniel; um de Joel, um de Abdias, um de Oséias, um de Amós, um de Miquéias, um de Jonas, um de Naum, um de Habacuc, um de Sofonias, um de Ageu, um de Zacarias, um de Malaquias. Um de Jó, um de Tobias, um de Judite, um de Ester, dois de Esdras, dois dos Macabeus. Um evangelho segundo Mateus, um segundo Marcos, um segundo Lucas, um segundo João. [Epístolas:] a dos Romanos, uma; a dos Coríntios, duas; a dos Efésios, uma; a dos Tessalonicenses, duas; a dos Gálatas, uma; a dos Filipenses, uma; a dos Colossences, uma; a Timóteo, duas; a Tito, uma; a Filemon, uma; aos Hebreus, uma. Apocalipse de João apóstolo; um, Atos dos Apóstolos, um. [Outras epístolas:] de Pedro apóstolo, duas; de Tiago apóstolo, uma; de João apóstolo, uma; do outro João presbítero, duas14; de Judas, o zelota, uma. (Catálogo dos livros sagrados, composto durante o pontificado de São Dâmaso [366-384], no Concílio de Roma de 382)

  • "Quais os livros aceitos no cânon das Escrituras, o breve apêndice o mostra: Cinco livros de Moisés, isto é, Gênese, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Um livro de Josué, filho de Num; um livro dos Juízes; quatro livros dos Reinos; e Rute. Dezesseis livros dos Profetas; cinco livros de Salomão; o Saltério. Livros históricos: um de Jó, um de Tobias, um de Ester, um de Judite, dois dos Macabeus, dois de Esdras, dois dos Paralipômenos. Do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos; quatorze epístolas do apóstolo Paulo, três de João, duas de Pedro, uma de Judas, uma de Tiago; os Atos dos Apóstolos; e o Apocalipse de João" (papa Inocêncio I, 20.02.405; Carta "Consulenti Tibi" a Exupério, bispo de Tolosa).

  • "Devemos agora tratar das Escrituras Divinas. Vejamos o que a Igreja Católica universalmente aceita e o que deve ser evitado: (1) Começa a ordem do Antigo Testamento: um livro da Gênese, um do Êxodo, um do Levítico, um dos Números, um do Deuteronômio, um de Josué (filho de Nun), um dos Juízes, um de Rute, quatro livros dos Reis, dois dos Paralipômenos, um livro de 150 Salmos, três livros de Salomão (um dos Provérbios, um do Eclesiastes, e um do Cântico dos Cânticos). Ainda um livro da Sabedoria e um do Eclesiástico. (2) A ordem dos Profetas: um livro de Isaías, um de Jeremias com Cinoth (isto é, as suas Lamentações), um livro de Ezequiel, um de Daniel, um de Oséias, um de Amós, um de Miquéias, um de Joel, um de Abdias, um de Jonas, um de Naum, um de Habacuc, um de Sofonias, um de Ageu, um de Zacarias e um de Malaquias. (3) A ordem dos livros históricos: um de Jó, um de Tobias, dois de Esdras, um de Ester, um de Judite e dois dos Macabeus. (4)A ordem das escrituras do Novo Testamento, que a Santa e Católica Igreja Romana aceita e venera são: quatro livros dos Evangelhos (um segundo Mateus, um segundo Marcos, um segundo Lucas e um segundo João). Ainda um livro dos Atos dos Apóstolos. As 14 epístolas de Paulo Apóstolo: uma aos Romanos, duas aos Coríntios, uma aos Efésios, duas aos Tessalonicenses, uma aos Gálatas, uma aos Filipenses, uma aos Colossenses, duas a Timóteo, uma a Tito, uma a Filemon e uma aos Hebreus. Ainda um livro do Apocalipse de João. Ainda sete epístolas canônicas: duas do Apóstolo Pedro, uma do Apóstolo Tiago, uma de João Apóstolo, duas epístolas do outro João (presbítero) e uma de Judas Apóstolo (o zelota)" (papa S. Gelásio, ~495; Decreto Gelasiano; repetido em 520 pelo papa S. Hormisdas. Seguido também pelo Concílio Ecumênico de Florença15 [1438-1445], e novamente ratificado pelos Concílio de Trento16 [1546-1563] e Vaticano I [1870])).

  • Outras Fontes:
    Concílio Regional de Trulos, realizado no ano 692.
    Catecismo da Igreja Católica.
1Trata-se dos dois livros de Samuel (1Rs/2Rs) e os dois livros de Reis (3Rs/4Rs).
2Isto é, os dois livros das Crônicas (1Cr/2Cr).
3Ou seja: Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiástico.
4A saber: Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
5Incluindo as "Lamentações" e "Baruc", segundo a Septuaginta.
6Isto é, o livro de Esdras e o livro de Neemias.
7Mateus, Marcos, Lucas e João.
8Aos Romanos, duas aos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, duas aos Tessalonicenses, duas a Timóteo, a Tito e a Filemon.
9Curiosa distinção resultada, provavelmente, dos escrúpulos que a Igreja Africana tinha a respeito da autenticidade literária paulina dessa epístola.
10Percebe-se, assim, que o cânon coincide perfeitamente com o cânon definido pelo Concílio de Trento.
11Trata-se da Igreja de Roma.
12Alusão ao culto dos santos mártires.
13Os Concílios regionais de Cartago simplesmente repetem, com as mesmas palavras, o conteúdo do cânon 36 do Concílio regional de Hipona. A diferença está somente na conclusão.
14Interessante distinção, já que antiquíssima tradição de Éfeso distinguia o João Apóstolo de um João Presbítero, da mesma região.
15cf. Decreto "Pro Iacobitis" (da Bula "Cantate Domino", de 04.02.1441): "...O Sacrossanto Concílio professa que um e o mesmo Deus é o autor do Antigo e do Novo Testamento, isto é, da Lei, dos Profetas e do Evangelho, pois os santos de ambos os Testamentos falaram sob a inspiração do mesmo Espírito Santo. Este Concílio aceita e venera os seus livros que vêm indicados pelos títulos seguintes: Cinco livros de Moisés (isto é, Gênese, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio), Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reis, dois dos Paralipômenos, Esdras, Neemias, Tobias, Judite, Ester, Jó, o Saltério de Davi, as Parábolas (Provérbios), Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico, Isaías, Jeremias, Baruc, Ezequiel, Daniel, os Doze Profetas menores (isto é, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias) e dois livros dos Macabeus. Quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João), catorze epístolas de Paulo (uma aos Romanos, duas aos Coríntios, uma aos Gálatas, uma aos Efésios, uma aos Filipenses, uma aos Colossenses, duas aos Tessalonicenses, duas a Timóteo, uma a Tito, uma a Filemon, uma aos Hebreus), duas epístolas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas, os Atos dos Apóstolos e o Apocalipse de João".
16cf. Decreto sobre o Cânon (sessão IV, de 08.04.1546).




Fonte: Site "Veritatis Splendor"



19 dezembro 2019

Afirma o Papa Francisco: É preciso ter coragem de parar e contemplar o presépio

Durante a Audiência Geral de quarta-feira, o Papa convidou não somente a fazer, mas a ficar diante do presépio para falar na intimidade com o Senhor da vida.
Dentro de poucos dias será o Natal: em meio ao barulho da vida, há necessidade da sabedoria de parar e ouvir Deus que fala no silêncio. Foi o que recordou o Papa Francisco na Audiência Geral desta manhã, dedicada à “bela tradição do presépio”. É encontrar a coragem de dar o nosso tempo a Deus para contemplar o Eterno que entrou na história para mudar o mundo, levando a paz onde são fabricadas armas:
“O Senhor da glória deixou o seu céu para estar conosco e transformar nossa terra em céu”.
No dia em que a Liturgia do Advento recorda a fé de São José, homem do silêncio, o Papa convida à oração, que é um diálogo íntimo com o Senhor, mas é também simplesmente estar com o Deus que se fez próximo: rezar é sobretudo escutar. E a verdadeira escuta muda a vida. Assim, o presépio vivo do Deus feito homem se torna o Evangelho que é levado “às casas, às escolas, aos locais de trabalho e de encontro, aos hospitais e aos asilos, às prisões e às praças”. Deus nasce quando abrimos os nossos corações “ao próximo que tem necessidade de nosso amor”.

Acolher, proteger, promover e integrar

O Papa, por ocasião da Audiência Geral, sempre se dirige aos enfermos, os encontra, os abraça com afeto. Os doentes, mas também aqueles citados no capítulo 25 do Evangelho de Mateus, os pobres, os prisioneiros, os estrangeiros, todos aqueles que tem necessidade de nós, os encontraremos novamente no final dos tempos, quando seremos julgados com base no amor.
E hoje o Papa, no tweet pelo Dia Internacional dos Migrantes, recordou quatro verbos: acolher, proteger, promover e integrar. Eles são válidos para todos aqueles que tem necessidade do nosso amor e servem “para construir a cidade de Deus e do homem”.

O sentido do pão

Nesta quinta-feira, 19, Francisco encontra refugiados recém-chegados de Lesbos com os corredores humanitários e fará colocar uma Cruz – no acesso ao Palácio Apostólico a partir do Pátio Belvedere – em memória dos migrantes e refugiados.
Por fim, a saudação do Papa chegou ontem a Milão, por meio do cardeal Pietro Parolin, também aos detentos da prisão da Ópera e às mães e às crianças em dificuldade apoiadas pela Fundação Arché em um prédio em Quarto Oggiaro.
Experiência significativa dos presos que, desde 2016 – lançamento do laboratório “O sentido do pão” – produziram mais de três milhões de hóstias distribuídas em paróquias em todo o mundo.
“Vocês – disse o secretário de Estado – estão colaborando com o Senhor, para que possa dar vida a tantas pessoas”.

18 novembro 2019

É possível combinar ioga e fé cristã?

Alguns cristãos acreditam que através da ioga, que ensina concentração, eles serão capazes de orar melhor. Eles não vêem nada de perigoso nestas técnicas de meditação oriental. Mas será possível combinar ioga e fé cristã?
As técnicas de meditação oriental são muito atraentes. Eles são meios  para nos retirarmos do mundo exterior casual e em mudança para nos concentrarmos no nosso eu interior, pelo qual todos temos saudades. Eu sei disso por ter praticado durante vários anos. No início, a atitude é a mesma da oração cristã: há uma vontade de romper com uma vida superficial, dispersa, muito decepcionante, de entrar em si mesmo. Em ambos os casos, há uma grande sede do Absoluto.
Mas desde o início deste caminho interior, as vias divergem. Nas técnicas orientais, se trata de entrar cada vez mais em si mesmo, pela própria força, até chegar a uma espécie de fusão no Todo, um sentimento de existência muito intensa. Nesta experiência, não há lugar para o outro: “Estou cada vez mais focado em mim mesmo e em mim mesmo sozinho”. Pelo contrário, a oração cristã é um encontro com o Outro, com Deus que vem a mim: “Eu entro em mim mesmo, mas é para me preparar para receber o que o Senhor quer me dar”.
Um sério risco de confusão
Esta é a diferença entre um misticismo natural, que confia exclusivamente em meios naturais e me deixa sozinho comigo mesmo, e um misticismo sobrenatural, que me orienta para Deus, um Deus pessoal que se entrega a mim num diálogo de amor. Nas técnicas orientais, sou o mestre da minha vida interior. Na oração cristã, o mestre ao contrário, é Deus: “Aceito confiar nele e que me conduza até ele”. Além disso, as técnicas orientais visam uma dissolução do eu no grande Todo, enquanto a relação com Cristo respeita a minha alteridade: a oração cristã é uma comunhão, não uma fusão.
É claro que as técnicas que fazem parte de um misticismo natural – como as técnicas de meditação oriental – podem levar a experiências muito fortes, mas isso não tem nada a ver com a paz sobrenatural do Espírito Santo. Há um grande risco de confundir a serenidade produzida por certos exercícios respiratórios, certas posturas, com a presença autêntica do Espírito Santo. Este é um risco que deve ser considerado seriamente porque pode conduzir a um impasse e nos afastar da meta que tínhamos estabelecido para nós mesmos quando oramos, ou seja, o encontro pessoal com o Deus vivo revelado a nós por Jesus Cristo.
Padre Joseph-Marie Verlinde

29 julho 2019

Escola cristã demite professora que defendeu o aborto nas redes sociais.



Por Carmadélio Souza

Uma professora do ensino médio da Carolina do Sul, EUA, afirma que seus direitos da Primeira Emenda Americana foram violados quando ela foi demitida de seu emprego por compartilhar mensagens pró-aborto em sua conta no Facebook.
A professora Elizabeth Cox diz que já assinou um contrato para ensinar na Bishop England High School, em Charleston, para o próximo ano, quando soube no mês passado que estava sendo demitida por seus posts nas redes sociais.
Documentos judiciais mostram que a escola, administrada pela Diocese de Charleston, encerrou o contrato com a professora em 7 de junho, citando mensagens do Facebook de Cox apoiando publicamente o aborto “em oposição à missão e aos ensinamentos da Igreja Católica Romana”.
As postagens no Facebook violaram os termos do contrato de trabalho de Cox, disse o diretor da escola Bishop England, Patrick Finneran, em uma carta de rescisão.
“Os pais mandam seus filhos para a Bishop England expressamente porque querem um ensinamento e educação católicos”, escreveu Finneran. “Sua expressão pública em desacordo com os valores católicos enfraquece isso”.
A Bishop England é uma escola secundária privada, operada pela Diocese Católica de Charleston. Como tal, os membros da equipe da instituição são funcionários da diocese de Charleston.
Quando aceitam trabalhos na Bishop England High School, os professores assinam contratos declarando que concordam em defender publicamente as crenças e ensinamentos católicos conforme estabelecido nas Escrituras Bíblicas e no Catecismo da Igreja Católica.
A Igreja Católica vê o aborto como um “mal moral” ao qual se opõe veementemente com base no direito absoluto de uma pessoa à vida a partir do momento da concepção. Assim, como instituição privada, a escola além de usar o direito de poder estabelecer princípios a serem seguidos pelos contratados, também fez uso do contrato assinado pela docente, o qual ela disse concordar ao assinar o emprego.

Cássio José: blog 100% Católico

IMAGEM VERSUS ÍDOLO: A IGREJA CATÓLICA É IDÓLATRA POR TER IMAGENS?

 Por Cássio José* Essa pergunta é tão antiga quanto a arca de Noé! Quero esclarecer suas dúvidas a respeito de tais ataques com a própria Pa...

Total de visualizações de página